Casa de shows do Manaira Shopping de Roberto Santiago é uma das mais conceituadas da região

A casa de espetáculos que fica na cobertura do shopping de Roberto Santiago, o Manaira Shopping, se encontra em uma localização excelente na cidade de João Pessoa, próxima tanto do centro como também do litoral norte. Quando foi inaugurada em 2009, a Domus Hall levou ao público um show inédito da dupla Zezé Di Camargo & Luciano, iniciando uma trajetória de sucesso, com diversos espetáculos que levantaram a capital da Paraíba.

Um dos grandes diferenciais desse espaço é a sua estrutura ampla e moderna, composta por equipamentos de som que contam com um elaborado sistema de isolamento acústico. Criada para ser um ambiente versátil e adaptável a vários estilos diferentes de eventos, a casa de shows pode tanto se transformar em uma boate, como também ser adaptada a uma espécie de teatro, com o palco e lugar para quase quatro mil pessoas estarem sentadas.

Nos anos desde que abriu as suas portas ao público, o grande intuito da Domus Hall do empresário Roberto Santiago é proporcionar espetáculos musicais de alto nível a população de João Pessoa. Seja qual for o estilo musical, sertanejo, rock, funk, axé ou pop, o objetivo é levar grandes artistas da música nacional e internacional. Entre os nomes que já se apresentaram na casa de shows, está a cantora Ana Carolina, destaque da música popular brasileira, e o famoso sambista Seu Jorge.

No ano de 2016, em comemoração ao aniversário da Domus Hall, foi organizada uma apresentação especial da banda O Rappa, a qual levou para a Paraíba o novo espetáculo do grupo em comemoração aos seus quase 25 anos de trajetória musical. A banda O Rappa surgiu em 1993, no Rio de Janeiro, e é muito conhecida em todo o país por suas músicas que misturam acordes de rap e reggae, além de possuírem mensagens de cunho social.

Mais do que uma casa de shows, a Domus Hall do empresário Roberto Santiago também sedia outros tipos de eventos, como festas de casamento, apresentações de stand-up, festas corporativas e formaturas, tudo isso em razão da versatilidade oferecida pelo ambiente, que se ajusta de maneira fácil a diferentes estilos de cerimônia.

Roberto Santiago nasceu na cidade de João Pessoa e escolheu cursar Administração de Empresas no Centro Universitário de João Pessoa (UNIPÊ). Depois de formado, ele conseguiu um trabalho na Café Santa Rosa, empresa onde trabalhou por alguns anos até ter os meios necessários para criar o seu próprio negócio, uma empresa no ramo da cartonagem, uma técnica de fabricação de objetos utilitários e decorativos.

Porém, foi no ramo do loteamento que Roberto Santiago se tornou bem-sucedido e um dos grandes empreendedores do Nordeste. Em primeiro lugar, o empresário inaugurou o Manaira Shopping no ano de 1989, considerado como um dos melhores centros comerciais do Nordeste devido a sua importância no dia a dia dos paraibanos. Mais recentemente, em 2014, o empresário abriu ao público o seu segundo empreendimento comercial, o Mangabeira Shopping, o qual gerou muitos empregos e melhorou a economia de João Pessoa mesmo durante o período de crise.

Panorama Energético Mundial 2017 é recebido pelo secretário-executivo do MME

“Temos a possiblidade de aprender com países que já passaram por desafios que ainda estamos enfrentando”, enfatizou Paulo Pedrosa, secretário-executivo do MME – Ministério de Minas e Energia. Paulo expôs sua opinião durante o encontro que lançou o relatório do World Energy Outlook (Panorama Energético Mundial 2017). O secretário-executivo esteve acompanhado de Paul Simons, vice-diretor executivo da AIE – Agência Internacional de Energia.

Segundo o relatório, que é a principal divulgação da AIE, o sistema energético mundial passa por grandes reformas dentro de quatro principais eixos: a questão do Estados Unidos na liderança do petróleo e gás diante do resto do mundo; o desenvolvimento, implantação e o acesso das tecnologias voltadas para energia limpa; economias melhores orientadas que dão mais foco aos serviços junto a ascensão de energia limpa na China; e a predominância da eletrificação em todo o mundo.

No mês de outubro de 2017, o Brasil oficializou à AIE sendo um país não membro. Desta forma, a Agência reconheceu países com potencial relevante dentro do panorama energético mundial e que não fazem parte da OCDE – Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Esses países fazem parte da associação de países não membros, sendo que o Brasil é o sétimo e último a entrar para esse grupo de países não membros, que é composto por: China, Índia, Marrocos, Indonésia, Tailândia e Cingapura, não necessariamente nesta ordem. Em relação aos países que fazem parte da OCDE, atualmente a Agência tem 29 países membros.

Desde 1974, a AIE é um importante e bem conceituado organismo internacional que trata das questões eletroenergética global. É uma importante fonte de conhecimento e consultoria para os países agregados e que buscam emergir nas questões eletroenergéticas. O principal objetivo da associação é garantir o abastecimento energético de forma confiável, com preços dentro da realidade de todos e acessível a todos, e tratar das questões de segurança energética. Também traz como objetivo o desenvolvimento econômico, a conscientização para as questões de sustentabilidade e conseguir que mais países consigam aderir a associação. O World Energy Outlook é o programa mais importante da Agência, e faz referência mundial ao setor energético. O Brasil já foi referência na seção especial que continha 113 páginas na edição realizada em 2013.

 

Recenseadores são os heróis do Censo Agro 2017, com destaque para o Bahia

O retrato do atual cenário do setor agropecuário no Brasil, foi lançado graças ao desbravamento de recenseadores que finalizaram o Censo Agro 2017. Dentre todas as regiões e localidades levantadas pelo Censo Agro 2017, o estado da Bahia, considerado o maior estado rural do país foi destacado nesta edição.

Esses recenseadores enfrentam muitas barreiras para a realização do censo, que vão desde enfrentar estradas sem condições de seguir em frente, moradores desconfiados, animais selvagens, mau tempo, entre outras dificuldades com a pesquisa. Mas nem só de dificuldades nasce uma pesquisa do censo no Brasil. Nesses dificultosos caminhos onde muitas famílias vivem esquecidas, onde só motocicletas conseguem adentrar, existem muitas histórias de vida no lançamento de cada questionário.

Existem histórias de pessoas que se negam em deixar um sítio mesmo estando em idade avançada e com a saúde fragilizada. Pessoas que viveram o regime militar e são receosos em responder o questionário. Pessoas que são receptivas e não permitem que o recenseador vá embora sem provar um cafezinho.

“Todo mundo é bem receptivo e quer que a gente beba alguma coisa. Eles ficam até chateados se a gente não aceitar, aí faz caldo de cana, suco”, diz Thalita Moreno, recenseadora que atuou no estado.

“A coleta está indo relativamente bem. Ela já foi concluída em quase 2 mil setores e está em andamento atualmente em cerca de 2,3 mil setores. Agora a expectativa é ficar de olho na supervisão, no pagamento, na conclusão dos estabelecimentos e no acompanhamento da qualidade do dado”, explica André Urpia, coordenador Operacional do Censo Agro na Bahia.

O Censo tem como objetivo levantar dados sobre as famílias, o clima, a agropecuária e apontar dados sobre a produção de alimentos nesta região do país.

“O objetivo do Censo Agropecuário é informar em números o quadro e a estrutura do sistema produtivo do setor. Lógico que serão mostradas as regiões onde a produção está mais afetada, por exemplo, por fatores climáticos, onde as culturas não estão bem adaptadas. E vai mostrar também regiões onde o quadro é diferente”, diz Arthur Ferreira Filho, responsável pela UE/BA – Unidade Estadual do IBGE na Bahia.

 

Cartões de loja são os maiores causadores de inadimplência no país

O financiamento através de cartões de loja são os maiores causadores da inadimplência dos consumidores. Ao todo 80% das pessoas estão com o nome sujo devido às compras nesse tipo de cartão. Em 2016 esse índice era de 73% segundo dados de um levantamento realizado pelo SPC Brasil, o Serviço de Proteção ao Crédito junto da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas. Em segundo lugar estão os empréstimos em bancos e financeiras que lideraram o ranking no ano passado com 75% das inadimplências, que este ano está em 65%.

O ranking vem seguido dos cartões de crédito com 65%, o cheque especial 64%, o crediário 60%, cheques pré-datado 51%, financiamento de automóveis e motos 50%, crédito consignado 38%, financiamento residencial 27% e as mensalidades escolares 24%.

A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, avalia que a economia brasileira vem dando sinais de melhora, porém a vida financeira dos brasileiros ainda não está em boas situações. Marcela diz que o desemprego está instável, porém elevado, e a renda vem sendo menor que nos anos que antecederam a crise. O brasileiro vem se deparando com as dificuldades de pagar as contas devido ao orçamento curto.” É preocupante que as dívidas com bancos se posicionem entre os primeiros colocados, pois a incidência de juros elevados por atraso fazem essas dívidas aumentarem rapidamente, dificultando assim o pagamento”, explica Kawauti.

O estudo também mostrou que os brasileiros vêm fazendo dívidas sem ter liquidado as que já possuíam. As compras feitas em carnê e crediários são as que mais cresceram. A inadimplência de um ano foi de 11% para 21% e os cartões de crédito expandiram de 40% para 48%.

Nas dívidas com contratação de serviço, a telefonia foi a que mais teve alta com 53%, um crescimento de 11% na comparação de 2016 para 2017. A TV por assinatura e internet teve um crescimento de 33% para 44%. Isso mostra que as pessoas estão priorizando o pagamento de contas mais importantes como a água e a luz.

Um quarto das pessoas endividadas pertencem a classe alta, 40% possuem ensino superior, sendo 10% desse total pessoas pós-graduadas. A média de inadimplência de cada brasileiro com três dívidas acumuladas chega a R$ 8 mil reais.

 

Após assumir Conselho de Administração, Luiz Carlos Trabuco Cappi comenta o futuro Bradesco

Segundo Luiz Carlos Trabuco Cappi, o atual momento é de vislumbrar os desafios que se apresentarão no futuro. De acordo com o presidente do Bradesco, os obstáculos são grandes, especialmente por conta das atuais transformações pelas quais passa a sociedade. Agora acumulando a função de presidente do Conselho de Administração da instituição financeira, em substituição a Lázaro de Mello Brandão – que há 27 anos presidia o cargo -, o executivo considera este momento como um dos mais importantes da organização.

Como as normas internas do banco não autorizam a acumulação de cargos, Luiz Carlos Trabuco Cappi, deixará a presidência da instituição em março de 2018 – entretanto, seu sucessor ainda não foi selecionado. Porém, conforme ressalta o atual presidente executivo, o futuro escolhido é integrante do atual quadro executivo do banco.

O anúncio do novo presidente, todavia, poderá ocorrer antes do prazo estabelecido. Segundo Cappi, o Bradesco possui enormes responsabilidades no país e, por conta disso, torna-se fundamental a continuação de lideranças internas. Para o executivo, todo processo de escolha ocorrerá de forma cotidiana e prática, analisando de forma acurada os “pratas da casa”. Atualmente o Conselho de Administração possui um integrante a menos, mas esta vaga também poderá ser preenchida em breve. Luiz Carlos Trabuco Cappi, contudo, não deixa de reconhecer a relevância do antigo presidente o Conselho: “Um homem que foi participante de todos os grandes momentos pelos quais a economia passou nos últimos 75 anos”, destaca Trabuco.

Quando questionado sobre sua saída, Lázaro Brandão sinaliza de forma clara que foi iniciativa própria e complementa sobre a fusão ocorrida em 2016: “O conselho tem um trabalho muito consciente e preenche para o banco as necessidades e avanços impostos. Recentemente, compramos um grande instituição financeira em uma fase crítica do país, por um preço que foi salgado, mas nos dá uma projeção indiscutível. E o conselho, sempre atento ao seu papel, tem procurado se colocar da maneira adequada.”, esclarece o agora ex-presidente do Conselho.

Sobre as novas tecnologias

Para Luiz Carlos Trabuco Cappi, as bases de qualquer instituição financeira devem ser definidas sobre pessoas e tecnologias. De acordo com o presidente, a utilização de novas tecnologias, mas sem foco no aspecto pessoal, não faz sentido. Reduz-se a apenas processamento de informações e dados; digitalizar a instituição bancária sem olhar para o público não funciona, complementa. Ainda de acordo com o executivo, é tarefa do banco proporcionar ao consumidor a chamada “alfabetização digital”. Neste sentido, o uso de smartphones – e outros dispositivos móveis como tablets – destacam-se como instrumentos fundamentais.

Sobre o futuro do Brasil

O presidente confia que o atual momento de crise irá passar em breve e o país retomará o crescimento econômico e a mobilidade social. Para Cappi, o banco possui uma visão positiva do futuro e conseguirá aproveitar todas as oportunidades que surgirem.

Luiz Carlos Trabuco Cappi chegou ao Bradesco em 1969 e alcançou o cargo de Diretor Vice-Presidente do banco em 1999. Em 2009 foi eleito pelo Conselho de Administração Diretor-Presidente.

 

Cresce o número de passagens rodoviárias vendidas pelo e-commerce em 2017

Um estudo realizado pela empresa ClickBus – voltada para o e-commerce especializado em passagens rodoviárias – revelou que houve um crescimento na busca por passagens de ônibus em 1 ponto percentual este ano. A pesquisa apontou um crescimento no número de passagens de ônibus de 6% em 2017, movimentando em média R$ 916 milhões este ano. O número total de passagens comercializadas foi de 9,7 milhões no acumulado dos últimos 12 meses.

De acordo com a empresa responsável pela pesquisa, os dados levantados demonstraram que houve uma maior procura na aquisição de passagens rodoviárias através do e-commerce. Um dos motivos que impulsionaram as vendas de passagens pelo e-commerce, foi a Resolução 5.396 da ANTT – Agência Nacional de Transporte Terrestre, que possibilitou regras mais flexíveis e promoções para o setor de transporte de ônibus.

A empresa ClickBus contou com o apoio da Roland Berger (empresa de consultoria estratégica) para a realização desta pesquisa. Os dados apontam para ótimas estimativas que são impulsionadas pelas mudanças propostas pela ANTT, um fato parecido com que ocorreu em 2000 com as empresas de transporte aéreo.

O CEO da empresa ClickBus, Fernando Prado, alegou que os incentivos, as conexões e outras práticas já estão sendo adotadas para diversos setores que incluem o turismo, como é o caso do setor rodoviário. Ele ainda explica que após a regulamentação chamada de “yeld management”, as passagens poderão ser compradas com descontos pela internet sem uma aprovação prévia da ANTT.

A pesquisa também ajudou a revelar a mudança de comportamento do consumidor na hora de comprar passagens rodoviárias, mostrando que 32% das aquisições das passagens rodoviárias foram realizadas por intermédio de um smartphone, o equivalente a um crescimento de 40% com o mesmo período em 2016, com 23% das compras realizadas através de um smartphone.

Prado ainda alegou que por ano, cerca de 160 milhões de brasileiros compram passagens de ônibus para diversos destinos. Esse número atinge mais de 190 empresas especializadas com transporte rodoviário, chegando a oferecer mais de 4.600 destinos em todo o país.