Carga tributária brasileira sofreu um aumento em seu volume de 8% em 2017

Segundo dados levantados pelo IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação – e divulgados pela ACSP – Associação Comercial de São Paulo – no dia 10 de outubro de 2017, o volume de impostos cobrados no Brasil teve um aumento de 8% no período que vai desde 14 de setembro de 2016 até a mesma data deste ano.

Neste período de 12 meses onde os dados foram avaliados, foram registrados aumentos mais consideráveis nos tributos estaduais. Em média, a alta registrada ficou em 10,2% nos tributos estaduais. Tributos cobrados pelos municípios tiveram um crescimento de 7,7% vindo logo em seguido pelos tributos federais, com um crescimento de 7,1%.

“Além do efeito da inflação e da retomada da atividade econômica, a recuperação do consumo levou à melhora da arrecadação porque o ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – é o principal imposto dos estados e incide fortemente sobre as vendas do varejo e serviços públicos como energia e gás”, explica o presidente da ACSP e da Facesp – Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo, Alencar Burti.

Segundo a divulgação da ACSP sobre o aumento no volume dos impostos, um aumento no lucro das empresas, um aumento nos salários dos brasileiros e um número maior de contribuintes no país, são determinantes para que esse maior volume de impostos cobrados no país atingissem a casa dos 8%. Uma atividade maior em áreas da indústria contribui para a geração de mais tributos em cima dos produtos comercializados.

“A retomada das vendas de veículos ajuda a arrecadação do IPVA, lembrando que os automóveis têm alíquotas mais elevadas do que caminhões e utilitários”, diz Burti. No final do período onde foram avaliadas as cargas tributárias pelo IBPT, as cargas tributárias haviam atingido a casa de R$ 1,5 trilhão em impostos de municípios, estaduais e federais.

O Impostômetro, utilizado para medir a quantidade de impostos cobrado em um determinado período, aponta para R$ 1,39 trilhão no dia 14 de setembro de 2016. No dia 2 de outubro de 2017, o Impostômetro registrou R$ 1,6 trilhão em impostos. A estimativa é de que esse valor atinja a casa dos R$ 1,7 trilhão no fim do mês de outubro deste ano.

 

Luiz Carlos Trabuco Cappi e Lázaro Brandão falam sobre os desafios da nova gestão do Banco Bradesco

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Luiz Carlos Trabuco Cappi

Luiz Carlos Trabuco Cappi deixará a presidência executiva do Banco Bradesco até março do ano que vem. Ele foi nomeado, no último dia 10 de outubro, e já ocupa a cadeira de presidente do conselho de administração da instituição – presidido, até então, por Lázaro de Mello Brandão que, depois de 27 anos no posto, renunciou ao cargo. De acordo com o regulamento da organização, no entanto, o presidente executivo não pode acumular dois cargos – bem por isso, um novo membro, ainda não definido, deve ser eleito ainda no primeiro trimestre de 2018.

Para Luiz Carlos Trabuco Cappi, no entanto, o próximo presidente executivo terá alguns desafios pela frente – principalmente, no que se refere à “alfabetização” dos clientes que não estão habituados ao ambiente digital. “Esse é o nosso grande desafio. Nós temos 14 milhões, dos 27 milhões de clientes, que fazem transações digitais. Os outros vão ter de ser alfabetizados”, sobressaiu o executivo.

Lázaro Brandão acrescenta que se de um lado as trocas de moeda foram o principal desafio da sua gestão, agora quem trará os desafios à empresa fundada por Amador Aguiar é a tecnologia. “Vai diminuir o que se exercita hoje através da rede de agências […]. [A digitalização] vai ganhar corpo, indiscutivelmente. É um desafio de médio prazo”, ressaltou o executivo.

A tecnologia e as pessoas são os pilares de uma instituição financeira, completou Luiz Carlos Trabuco Cappi. “Tecnologia sem olhar para as pessoas é lugar comum, só processamento de dados. Se eu digitalizar o banco sem foco no cliente, é coisa do passado”.  Para ele, celular e mobilidade estão no eixo principal dessa questão relacionada à “alfabetização digital”.

Em junho deste ano, para fazer frente ao avanço das populares fintechs – ou seja, Startups que oferecem serviços financeiros que se diferenciam pelas facilidades proporcionadas pela tecnologia – e também para conseguir atingir um público mais jovem, o Bradesco lançou um banco digital chamado Next. “Nosso investimento no Next foi ter um banco 100% digital para capturar uma geração que quer se relacionar de forma diferente com o banco”, frisou Luiz Carlos Trabuco Cappi.

Bom, trabalho é o que não vai faltar para a nova organização administrativa da instituição – que precisa entregar ao Banco Central o nome do novo presidente executivo 30 dias antes da assembleia que acontece no próximo mês de março. Luiz Carlos Trabuco Cappi , além de presidente executivo, ocupava também a posição de vice-presidente do conselho de administração – para esse posto, entretanto, o sucessor já está definido. A vaga foi preenchida por Carlos Alberto Rodrigues Guilherme, que, assim como Trabuco e Brandão, já tem “estrada” na instituição fundada por Amador Aguiar – ele começou a trabalhar no Banco Bradesco em dezembro de 1957, aos 13 anos de idade.

3 pontos relevantes antes de fazer um investimento no Tesouro Direto

A maioria dos investidores começam a investir através do Tesouro Direto. Geralmente, são conduzidos a fazer investimentos no Tesouro devido ao grande marketing existente na mídia neste momento. Este é considerado um bom momento para se fazer investimento no Tesouro Direto, CDBs, LCIs entre outros que estão bem falados atualmente.

Mas dentre os investimentos citados e outros que não foram citados, o Tesouro Direto é o mais popular e divulgado no Brasil entre as pessoas que estão começando a abrir a mente para os investimentos. Levando em conta que os juros atualmente no Brasil estão baixos e isso prejudica os rendimentos na caderneta de poupança, um número maior de pessoas estão procurando investimentos mais rentáveis.

Devido a esse grande número de investidores que iniciam no Tesouro Direto, 5 situações devem ser levadas em conta para que os investimentos tenham a rentabilidade esperada e não fique dúvidas de que é um investimento seguro.

1 – Evite começar através de bancos, pois investir no Tesouro Direto é algo simples e quando é feito por bancos, as taxas cobradas podem causar prejuízos nas operações. Bastando ter uma conta corrente em qualquer banco e um intermediário para a realização da operação. Esse intermediário poderá ser alguma corretora que tende a cobrar valores menores como taxa administrativa em comparação com as taxas bancárias. O Tesouro Nacional disponibiliza uma plataforma online para os investidores ter acesso a essa modalidade de investimentos.

2 – Todas as modalidades de investimentos do Tesouro Direto dispõem de uma alta liquidez, sendo que isso permitirá que o investidor possa retirar os valores dos rendimentos a curto prazo. O ideal é que os investimentos sejam focados a longo prazo. Os rendimentos a longo prazo são mais rentáveis.

3 – Os títulos do Tesouro Direto são para diferentes necessidades, sendo que um dos erros que mais se observa é focar somente em rentabilidade. Geralmente, na hora de escolher um CDB, ou por exemplo, uma LCI, os investidores de um modo geral acabam visando os rendimentos oferecidos descartando os prazos de aplicação e a variação de um investimento para o outro.

Procure conhecer a fundo as modalidades disponíveis para o investimento no Tesouro Direto e veja quais desses investimentos caberão em seu bolso e se enquadram em seu perfil de investidor.

Até 2047 a diferença entre os salários de homens e mulheres deve acabar

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Daqui 30 anos, a diferença salarial entre homens e mulheres deverá acabar de acordo com cálculos feitos pela Oxfam Brasil. Para chegar a esse número, a entidade usou a velocidade que diminuiu essa distância nos últimos 20 anos, baseado em dados do Pnad e do IBGE, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas, com uma projeção que considera o ritmo atual.

Anteriormente as mulheres recebiam 40% do valor que os homens recebiam, após dez anos elas passaram a receber 62% do salário deles, devido a entrada delas no mercado de trabalho. A média da renda do sexo masculino era de 1,5 mil reais em 2015 e das mulheres era 938 reais.

No mercado de trabalho elas são a maioria, porém representam 65% da faixa de renda menor de até 1.5 do salário mínimo, sendo dois homens por uma mulher mostra o relatório.

A população mais rica do país, segundo o estudo da Oxfam, apontou que 10% paga parcelas menores que sua renda com tributos que os 10% mais pobres.

A população mais pobre tem um gasto de 32% com tributos de tudo que recebe e os mais ricos de apenas 21% com pagamento de tributos.

A renda menor que é de pagamento de impostos indiretos no Brasil, representa 28% do que a população mais pobre ganha, e os mais ricos gastam apenas 10% da renda com esse tipo de tributo.

A população negra e as mulheres são os mais prejudicados com a diferença de acordo com os dados da Oxfam e estão entre três a cada quatro brasileiros com a renda menos favorecida. Do outro lado, os homens brancos são dois a cada três dos 10% mais ricos do país.

Elas ganham menos que eles em todos os cargos, aponta pesquisa, e em algumas áreas essa diferença pode chegar a 58%, como em cargos especializados e de graduação. Em cargos especialistas a diferença é de 47%, na coordenação 46,7%, encarregado e supervisores 28%, analistas 20% e assistentes e auxiliares 9%. Até nos casos de estágios e trainee elas ganham 16,4% a menos que eles.

As políticas de diversidade das empresas podem ajudar a diminuir essas diferenças.

 

O Icec – Índice de Confiança do Empresário do Comércio, informa que a confiança do empresário, mesmo após os saques das contas inativas do FGTS – Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, terem sidos injetados na economia, ainda continua em alta e com ótimas expectativas para os próximos meses. O índice aponta para um crescimento na casa dos 12% em setembro de 2017, e segue comparação com o mesmo período em 2016. Em relação ao mês de agosto de 2017, houve uma pequena redução de 0,3% no que diz respeito a série ajustada sazonalmente. Todos esses dados foram atualizados e divulgados no dia 26 de setembro de 2017 pela CNC – Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo. Mesmo com essa redução no índice, os pontos no período chegaram a 104,8 pontos. Esse resultado está acima dos 100 pontos neste período, o que demonstra uma onda de otimismo em relação aos empresários. A CNC informa que mesmo os saques das contas inativas do FGTS terem chegado ao fim, o otimismo ainda é percebido no mercado, mas a visão de otimismo dos varejistas sofreu uma queda de 1,5% no período de agosto de 2017. A CNC espera um crescimento de 2,2% em quantidade de volume de vendas negociadas até o final de 2017. O montante injetado na economia aqueceu as condições de compra dos consumidores. Isso favoreceu diversos setores da economia, inclusive o setor de serviços, que teve um retrospecto de crescimento no fechamento do segundo trimestre de 2017. Izis Ferreira, economista especializada da confederação, disse que o motivo para que isso ocorra é que: “Apesar da queda mensal, a melhora gradual no desempenho do comércio vem promovendo o aumento da confiança dos comerciantes ao longo do ano”. O esperado é que as vendas tenham um aumento até o final do ano e acabem de vez com qualquer estigma negativo de redução das expectativas de confiança no comércio. A questão que também implica segundo a CNC, é que a criação de mais postos de trabalho pode afetar de vez o humor da economia do país. Em relação a isso, o final de ano deve trazer melhores perspectivas, sendo que as contratações neste período tendem a aumentar devido a um número maior de vagas de empregos temporários.

 

Responsáveis por avaliar um documento enviado pelo Ministério da Agricultura, documento esse que aponta que o Brasil se enquadra dentro das normas específicas norte-americanas para a exportação de carne in natura, concluiram no dia 25 de setembro de 2017 que o Brasil poderá exportar carne para os Estados Unidos.

O Brasil passa por embargos na venda de carne para os Estados Unidos desde o mês de junho de 2017, após ter ficado provado a falta de segurança sanitária envolvendo os processos brasileiros de armazenamento da carne. Após esse período de embargo, os Estados Unidos deverão voltar a importar carne do Brasil após inspeções feitas por órgãos norte-americanos em vários abatedouros e frigoríficos em todo o país, junto a avaliação do documento do Ministério da Agricultura.

As autoridades norte-americanas que estavam realizando as inspeções em frigoríficos no país, liberou cinco deles para que voltem a exportar para os Estados Unidos já em 2017. As carnes termoprocessadas destes cinco frigoríficos já poderão desde já serem comercializadas com os Estados Unidos, sendo que esses cinco frigoríficos estavam embargados desde junho de 2017.

Segundo dados lançados pelo Ministério da Agricultura, esses produtos termoprocessados respondem pela maior parte das exportações realizadas para os Estados Unidos e elevam o mercado de exportação de carne a um patamar de grande importância para a economia do Brasil.

“Visitaram várias plantas aqui no Brasil e saíram conscientes de que o Brasil tem um bom sistema, que os nossos frigoríficos são bons e que dá para seguir. Recebemos a informação de que a carne processada está liberada. Esperamos que, muito em breve, a gente consiga também liberar a carne in natura”, explica Blairo Maggi, ministro da Agricultura.

O Brasil tem ao todo, 18 frigoríficos espalhados por todo o país que fornecem matéria-prima para a indústria brasileira. São produzidas carnes in natura, termoprocessadas de aves, suínos, bovinos, dentre muitos produtos derivados. O ministro também disse no dia 27 de setembro que o Brasil pretende fechar um vínculo comercial com o Peru, sendo que o Acre, Mato Grosso e Rondônia estão próximos e isso favorece as exportações. Sendo assim, as expectativas para as exportações de carne tanto in natura quanto processadas são boas para o cenário econômico.

 

Após saque de contas inativas do FGTS, comércio continua confiante

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O Icec – Índice de Confiança do Empresário do Comércio, informa que a confiança do empresário, mesmo após os saques das contas inativas do FGTS – Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, terem sidos injetados na economia, ainda continua em alta e com ótimas expectativas para os próximos meses.

O índice aponta para um crescimento na casa dos 12% em setembro de 2017, e segue comparação com o mesmo período em 2016. Em relação ao mês de agosto de 2017, houve uma pequena redução de 0,3% no que diz respeito a série ajustada sazonalmente. Todos esses dados foram atualizados e divulgados no dia 26 de setembro de 2017 pela CNC – Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo. Mesmo com essa redução no índice, os pontos no período chegaram a 104,8 pontos.

Esse resultado está acima dos 100 pontos neste período, o que demonstra uma onda de otimismo em relação aos empresários. A CNC informa que mesmo os saques das contas inativas do FGTS terem chegado ao fim, o otimismo ainda é percebido no mercado, mas a visão de otimismo dos varejistas sofreu uma queda de 1,5% no período de agosto de 2017.

A CNC espera um crescimento de 2,2% em quantidade de volume de vendas negociadas até o final de 2017. O montante injetado na economia aqueceu as condições de compra dos consumidores. Isso favoreceu diversos setores da economia, inclusive o setor de serviços, que teve um retrospecto de crescimento no fechamento do segundo trimestre de 2017.

Izis Ferreira, economista especializada da confederação, disse que o motivo para que isso ocorra é que: “Apesar da queda mensal, a melhora gradual no desempenho do comércio vem promovendo o aumento da confiança dos comerciantes ao longo do ano”.

O esperado é que as vendas tenham um aumento até o final do ano e acabem de vez com qualquer estigma negativo de redução das expectativas de confiança no comércio. A questão que também implica segundo a CNC, é que a criação de mais postos de trabalho pode afetar de vez o humor da economia do país.

Em relação a isso, o final de ano deve trazer melhores perspectivas, sendo que as contratações neste período tendem a aumentar devido a um número maior de vagas de empregos temporários.

Economista ensina como assistir pessoalmente a Copa do Mundo em

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Especialista em economia da FGV, explica que uma pessoa que tem o desejo de ir ver pessoalmente a Copa do Mundo de 2018 que será realizada na Rússia, desde já deve começar a poupar dinheiro.

Esse evento que irá reunir 32 nações e tem o poder de cativar torcedores do mundo todo, já está próximo, e será realizado já em 2018 na Rússia. Segundo um especialista da FGV – Fundação Getúlio Vargas, para aqueles que desejam ir ver pessoalmente e ainda não fizeram nada para estar lá, é possível desde já economizar dinheiro para ir assistir o evento na Rússia em 2018. Mas já deixa claro que será uma viagem cara.

O primeiro grande passo para estar com um pé na Rússia em 2018 é a partir deste momento a pessoa poupar dinheiro. Segundo o especialista da FGV, Ricardo Teixeira, MBA em Gestão Financeira, sem dúvidas essa é a principal estratégia financeira para a realização desse sonho.

“Faça um orçamento detalhado: passagem, hospedagem, alimentação, transporte, ingressos e um extra para lazer e eventualidades. Uma viagem é lazer. A melhor coisa é se preparar para ela para que na volta você não precise mais se preocupar. Cada vez que for gastar com alguma bobagem, lembre-se que o objetivo é a viagem. São pequenas atitudes no dia a dia que fazem a diferença no orçamento “, diz o especialista.

Após essa poderosa estratégia que você também deve incluir em sua vida para outras finalidades, o torcedor já pode e deve pesquisar o local e o valor da hospedagem para assistir o evento. Ricardo aconselha que as pessoas devem procurar se instalar em uma cidade centralizada, ou seja, próxima onde serão sediados os jogos. O ideal ao fazer isso, é que a pessoa já busque comprar as passagens aéreas.

“Ficar hospedado em uma cidade central é o ideal. O sistema ferroviário russo liga quase todo o país. Pesquise se vale mais a pena financeiramente ir para uma outra capital europeia primeiro e depois comprar um voo low cost para Moscou ou a cidade que escolheu como base. Pode sair mais barato”, explica Ricardo.

Em relação ao câmbio entre moedas, o especialista diz que não vale a pena o torcedor adquirir rublos desde de já. As atuais taxas de câmbios estão altas, se possível, vá adquirindo aos poucos a moeda russa.

Tenha muito cuidado com o uso do cartão de crédito internacional, pois as taxas de IOF incluídas nas operações de câmbio costumam ser altas. Para concluir ele ressalta que os torcedores devem pesquisar muito antes de fazer esta viagem, ver as melhores opções de pacotes e quais os preços que as agências de viagem estão cobrando para um pagamento a longo prazo.

“Os pacotes de viagem têm a vantagem do parcelamento, mas é preciso ficar atento à incidência de juros. Esses juros são sempre maiores que qualquer rendimento. Por isso, pode ser mais vantajoso manter o dinheiro aplicado por mais tempo e parcelar em menos vezes”, ensina Ricardo.

 

José Auriemo Neto – conheça um pouco da trajetória do presidente da JHSF

Um profissional influente, compenetrado e que sabe garimpar boas oportunidades. É assim m que pode-se definir José Auriemo Neto, presidente executivo da maior incorporadora do país, a JHSF. Conheça um pouco mais de sua história e de sua companhia.

Zeco, como é chamado pela família e os amigos, acorda cedo para chegar até o trabalho em um escritório na grande São Paulo. O executivo chega por volta das 8 da manhã e em algumas situações só retorna para casaa depois das 22 horas.

A rotina só é quebrada quando ele tem de visitar algum canteiro de obras ou mostrar um imóvel a algum investido a pedidos de amigos. José Auriemo Neto também não costuma tirar férias e passa até anos sem um descanso prolongado. Em certa ocasião passou alguns dias com a família na França e mesmo lá agendou encontros com investidores europeus para um empreendimento brasileiro.

A infância

Desde a infância, Zeco mostrou sua inquietude. O pai o ensinou a dirigir quando tinha apenas 9 anos e aos 10 já conduzia na praia e na fazenda da família. Entre os 11 e 13 foi para o Japão participar do Cisv, um acampamento da Convivência Internacional de Jovens. Em seguida foi jogar na Noruega em um time de futebol amador e montar a cavalo na bélgica, instruído por Nelson Pessoa Filho, pai do cavaleiro Rodrigo Pessoa.

José Auriemo Neto começou a empreender aos 17, quando abriu sua primeira companhia, uma rede de estacionamentos. Começou a cursar engenharia na Faap, porém largou o curso no 4º ano, apesar da negativa da mãe. Em 2003 assumiu o controle da empresa da família, a JHSF. Era um momento de aproveitar as oportunidades e foi isso que Zeco fez.

Principais empreendimentos

Conhecedor do mercado imobiliário, José Auriemo Neto expandiu os setores de atuação da JHSF, passando para as incorporações, administração de shoppings centers, administração de um aeroporto, gastronomia e hotelaria. A maioria dos empreendimentos voltados para o público de alta renda.

O mais expressivo deles é o Parque Cidade Jardim, no coração de São Paulo. O complexo com torres residenciais, comerciais, um hotel e um centro comercial de luxo foi construído em um terreno de 80 mil metros quadrados à beira da Marginal Pinheiros. O centro comercial de luxo traz marcas famosas como Daslu, Dior, Prado, Gucci, entre outras.

O modelo do Cidade Parque Jardim é baseado em outro empreendimento multifunções, o Roppongi Hills de Tóquio. O complexo, que custou pouco mais de 4 bilhões de dólares e levou quase 17 anos para ficar pronto, reúne escritórios, hotel, apartamentos, lojas, restaurantes e um museu. O idealizador foi o bilionário japonês Minoru Mori, presidente da construtora que leva seu sobrenome.

Além dele é possível destacar outros empreendimentos de José Auriemo Neto como o Shopping Metrô Santa Cruz, por onde transitam 75 000 pessoas por dia e o Fazenda Boa Vista, localizado em Porto Feliz, no interior de São Paulo. Este último é um residencial para a venda de terrenos que conta com toda infraestrutura facilidade de acesso.

Com entrada de importadores, dólar finalmente subiu, após 7 pregões em queda

Logo no começo da segunda semana do mês de setembro deste ano, 2017, após uma já costumeira queda frequente, o dólar americano enfim fechou em alta, mais precisamente na segunda-feira, 11. E essa inversão à queda que ocorria, com a subida em questão, durante a tarde daquele dia, deu-se frente a uma entrada massiva de fluxo de importadores, segundo com profissionais desse mercado em questão. Isso sem contar, é claro, um movimento técnico ocorrido no sentido de zeragem de posições.

Àqueles que se beneficiam com uma alta dessa moeda, a notícia não poderia ser melhor, já que ela veio só depois de consecutivos sete pregões de queda, com o tal avanço do dólar, que, no patamar de R$ 3,08, enfim encontrou suporte. E o fato dessa alta ter ocorrido no turno da tarde, por despertar certa curiosidade, foi então logo explicada por Ricardo Gomes da Silva, que é o diretor da Correparti. Segundo ele, não ocorreu nenhum movimento comprador pela turno matutino, posto que operava ainda na expectativa o importador, com o intuito de verificar qual seria a leitura feira pelo mercado quanto aos acontecimentos políticos do último final de semana. Assim, ele reforçou, por fim, que o importador só pôde encontrar espaço para a realização de alguma compra, apenas depois de constatada manutenção do dólar no patamar dos R$ 3,08, graças ao otimismo, ele então encontrou espaço para realizar alguma compra.

Apesar de ter o movimento de compra impulsionado o dólar americano até o patamar de R$ 3,10, Gomes da Silva adverte que “este nível não deve ser facilmente ultrapassado”, afinal, o atual permitiria uma abertura de espaço para venda de exportador. E ele ainda reforça que ser esse um patamar tido, ao menos entre os investidores, como sendo bem confortável.

Outro especialista, nesse caso o operador da corretora Multimoney, chamado Durval Corrêa, por sua vez, observou quanto à existência de um movimento de zeragem de posições. Segundo Côrrea, durante o turno da manhã, houve realmente muita entrada de “investidor estrangeiro com destino à bolsa”, e isso, inclusive, teria chegado ao nível de ser considerado um patamar histórico. Todavia, logo depois desses ganhos exagerados, pôde-se verificar vários deles então zerando posições, o que, por consequência, terminou por contribuir para esse movimento em questão de alta do dólar, destacou o operador consultado.