Crescimento salarial no Reino Unido desacelera desde meados de 2014

 

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O crescimento dos salários está atrasado no Reino Unido pela inflação pela primeira vez desde meados de 2014, segundo dados oficiais. O salário médio semanal, excluindo bônus, aumentou 2,1% nos três meses até março, enquanto a inflação subiu 2,3% no ano até março de 2017. Nos primeiros três meses deste ano, os salários caíram 0,2%.

A taxa de desemprego do Reino Unido caiu para 4.6%, a mais baixa em 42 anos. A taxa de desemprego não foi menor desde o período de junho a agosto de 1975. A taxa de emprego entre 16 e 64 anos de idade, foi de 74,8%, o maior desde que os registros começaram em 1971.

Dor de cabeça?

Ben Brettell, economista sênior da Hargreaves Lansdown, disse: “Com a previsão de inflação para continuar a subir – os formuladores de políticas do Banco da Inglaterra preveem que a inflação chegue a um pico abaixo de 3% no quarto trimestre.”

Dennis de Jong, diretor administrativo da UFX.com, expressou esse sentimento: “Os sinos de alarme tocarão para os britânicos com salários continuando a cair. Isso poderia causar uma dor de cabeça para o governo sobre o padrão de vida na Grã-Bretanha pós-Brexit na corrida Até a eleição geral.”

Reality Check: O que está acontecendo com o pagamento?

A economia do Reino Unido é grande em criar postos de trabalho, mas não muito bom em pagar as pessoas bem. Isso porque a produtividade está caindo: nos primeiros três meses deste ano, caiu drasticamente em 0,5%, voltando ao mesmo nível em 2008.

A produtividade é medida dividindo a produção econômica pelo número de horas que todos nós trabalhamos. Ele deve aumentar constantemente à medida que ficamos mais instruídos, treinados e equipados – em suma, mais eficiente em nossos trabalhos. Mas está no marasmo novamente e isso importa.

Entre janeiro e março, o número de mulheres entre 16 e 64 anos que trabalham foi de 70,2%, também a taxa mais alta desde o início dos registros. Entretanto, 79,5% dos homens entre 16 e 64 anos estavam no mercado de trabalho, o mais elevado desde 1991.

O ONS atribuiu o aumento da taxa de emprego das mulheres, em parte, às mudanças na idade de aposentadoria do estado para mulheres, que significou menos mulheres que se aposentam entre 60 e 65.

A taxa de desemprego entre os jovens de 16 a 24 anos foi de 12,5%, antes 13,7% em janeiro a março do ano passado. “A taxa de desemprego para aqueles com idades entre 16-24 anos tem sido consistentemente maior do que para os grupos etários mais velhos”, disse o ONS.

No final de 2011, o desemprego juvenil atingiu um pico de 22,5% e, mesmo no seu nível mais baixo em 2001, atingiu os 11,5%. Entre o início de 1992, quando começaram os registros comparáveis, e este ano, a proporção de jovens na educação em tempo integral saltou de 26,2% para 44%.

O número de cidadãos britânicos que trabalham no Reino Unido aumentou 179.000 em comparação com janeiro a março do ano passado para ficar em 28,31 milhões. O número de cidadãos não britânicos que trabalham no Reino Unido aumentou em 207.000 para um recorde de 3,55 milhões, ou seja, 11,1% de todas as pessoas que trabalham no Reino Unido.

 

Em estudo, é notado um desenvolvimento desacelerado da Internet das Coisas na indústria

Apesar das promessas de um mundo mais conectado ainda, que muito agradam aos entusiastas por avanços tecnológicos, tem sido notável, porém, um desenvolvimento consideravelmente lento da Internet das Coisas (tecnologia também conhecida pela sigla, em inglês, ‘IoT’), ou seja, abaixo das expectativas iniciais de um desenvolvimento acelerado, rumo a um mundo mais “futurista”.

Essa situação de lentidão é explicada por sócios de uma empresa de consultoria empresarial, a McKinsey and Company. Segundo eles, isso se dá, ao menos em parte, por conta da falta de profissionais que estejam capacitados para lidar com essa tecnologia revolucionária. Fora isso, eles também afirmam serem as empresas do ramo ainda limitadas por grandes ciclos de organização estagnada e capital. Sem contar, é claro, a taxa de adoção da Internet das Coisas.

Resultados encontrados após um estudo realizado com várias lideranças empresariais

Por meio de entrevistas realizadas com mais de 100 líderes de indústrias como a farmacêutica e a relacionada ao petróleo, esses referidos ‘sócios’, mais precisamente Christopher Thomas e Jason Shangkuan, puderam assim chegar a um diagnóstico da situação. Afirmaram a maioria desses empresários entrevistados, tirando os envolvidos com petróleo e mineração, que a falta de agregamento da IoT se deu por estar ainda num processo de comprovação de conceito o sistema mesmo.

Sendo ainda mais específico, pode-se até exemplificar com o que foi apontado por um relatório da MGI. Neste, é citado o caso de uma plataforma de petróleo em que, apesar de conter 30 mil sensores, apenas 1% dos dados conseguiam os gerentes examinar. E isso se dá porque, por ocorrer em tempo real essa captação de informações, são muitos os dados coletados de forma instantânea, a ponto da maioria deles nem serem devidamente analisados.

Assim, também se concluiu que esses líderes, para a tomada de alguma decisão, tinham pouca consideração pelas informações que chegavam por meio da Internet das Coisas, tanto por não haverem profissionais qualificados para trabalhar nesse ramo, quanto por preferirem ainda a consulta a terceiros, ao invés de focarem nos resultados levantados pela tecnologia citada.

Foi concluído ainda, nesse balanço, ser a tendência uma continuação dessa situação, ao menos em curto prazo, mesmo que se acredite ser a IoT capaz de contribuir com a evolução das empresas de semicondutores. Por isso mesmo que os sócios defendem a ideia de que essas empresas em específico poderiam investir em estratégias melhores para um maior crescimento da Internet das Coisas, como focar mais no desenvolvimento de produtos que conciliem bom custo e desempenho.

Já quanto à segurança dos dispositivos que usam dessa tecnologia inovadora, os especialistas destacaram que as vulnerabilidades destes não podem ser resolvidas todas, nem com as tecnologias mais sofisticadas de proteção, sendo eles então pontos de entrada para possíveis ‘ciberataques’.

 

Flavio Maluf reporta dados sobre o crescimento das franquias no 1º trimestre

Embora o número de lojas franqueadas não tenha aumentado significativamente no mesmo período, o faturamento do setor de franquias no primeiro trimestre de 2017 cresceu 9,4% na comparação com o ano anterior. O montante total nos três primeiros meses deste ano ultrapassou os R$ 36 bilhões.

Principalmente em momentos de instabilidade econômica como os que o Brasil vem atravessando nos últimos três anos, aquelas pessoas que estão pensando em iniciar um empreendimento tendem a optarem por negócios que não demandem grandes investimentos. Nesse sentido, como noticia o empresário brasileiro Flavio Maluf, tornar-se um franqueado sempre parece uma boa alternativa, já que, para montar uma franquia, é necessário gastar bem menos do que seria se a opção fosse por uma empresa “convencional”.

Talvez por isso, o setor de franquias, apesar da crise, tem obtido ótimos resultados nos últimos anos. Os dados referentes ao primeiro trimestre de 2017, divulgados pela ABS (Associação Brasileira de Franchising) na quarta-feira, dia 10 de maio, corroboram esse bom momento do mercado de franquias.

Apenas de janeiro a março de 2017, o setor teve um faturamento de 36,89 bilhões de reais. Durante o mesmo período de 2016, o valor tinha sido de R$ 33,71 bilhões. Ou seja, em termos percentuais, o crescimento nominal do franchising brasileiro no primeiro trimestre de 2017 na comparação com o mesmo período do ano anterior foi de 9,4%, reporta Flavio Maluf. Por outro lado, o crescimento do número de lojas foi bem menor, apenas 1,3%. Com isso, o Brasil possui 142.673 unidades de franquias atualmente.

Em relação a essa disparidade entre o avanço do faturamento e a elevação da quantidade de lojas, o presidente da ABF, Altino Cristofoletti Junior, disse que isso é fruto da maior eficiência do mercado de franquias. Sendo que essa evolução nos resultados finais sem a necessidade do aumento significativo do número de franquias foi viabilizada por uma melhor capacitação dos colaborados e pelo aprimoramento dos processos das empresas franqueadoras e das unidades franqueadas.

Analisando os dados relativos ao crescimento das franquias de acordo com os segmentos, Flavio Maluf cita que o melhor resultado na comparação entre o primeiro trimestre deste ano e igual período de 2016 foi obtido por Hotelaria e Turismo, como uma elevação de 31%.

O segmento de Saúde, Beleza e Bem-estar foi o que obteve o segundo melhor desempenho, atingindo um crescimento de 17%. Com uma evolução de 16%, Limpeza e Conservação foi o segmento que teve o terceiro maior avanço no faturamento quando se confronta os dados dos primeiros três meses de 2017 com o mesmo período do ano passado, informa Flavio Maluf.

No que se refere à localização das franquias, a ABF divulgou que a rua, com 65,9%, é o local mais comumente utilizado. Os shoppings ocupam o segundo lugar, com 23%. Home Office (5,3%) e supermercados (3,6%) aparecem em seguida. O canal de vendas mais utilizado continua sendo as lojas, com 75,1%.

Flavio Maluf reporta ainda que a quantidade de redes que possuem franqueados com mais de uma loja também cresceu entre o primeiro trimestre de 2016 e igual período deste ano. Saiu de 68,5% para 74,5%. Vale destacar que algumas marcas não aceitam que um franqueado tenha mais de uma loja. Porém, a porcentagem de casos assim caiu de 1,4% no primeiro trimestre de 2016 para apenas 0,3% nos três meses iniciais deste ano.

 

 

 

Poupador indisciplinado? Veja Dicas básicas para poupar corretamente!

 

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Todo o ano, seja no inicio, meio ou fim, queremos poupar dinheiro para que aqueles projetos futuros sejam tirados do papel. Contudo, se tornar um poupador fiel não é uma tarefa fácil. Por mais que tentamos cumprir a promessa de ”vou começar a guardar dinheiro”, acabamos se tornando um poupador indisciplinado, por conta das nossas falhas.

Para mudar a situação e não cair mais em armadilhas neste ano, algumas dicas básicas de especialistas serão abordadas logo a seguir. Anote-as e pare de ser um indisciplinado no quesito poupar dinheiro. Certo?

  1. Organize suas contas

Para poupar com sabedoria, é necessário entender para onde está indo o seu salário. Esse valor está sendo gasto com o quê? Essa despesa é variável ou fixa? Entendendo as noções de orçamento pessoal é que vamos conseguir ter uma visão mais clara do que será cortado.

  1. É pouco? Guarde mesmo assim!

Quando se fala em poupar, estamos nos referindo a qualquer valor. Por essa razão, ganhou um valor pequeno, guarde-o imediatamente. Se pensar igual aos outros só porque acredita que aquele valor não fará diferença, você não está apto para ser um poupador fiel.

  1. Esqueça a comemoração antecipada.

Juntou um saldo alto e agora pretende diminuir o valor no mês seguinte? Nem pensar! Continue poupando mesmo ao atingir a meta! Aposte nas receitas extras para turbinar as economias como, por exemplo, o 13° salário. Evite a famosa comemoração antecipada.

  1. Seja disciplinado, defina um objetivo.

Quem almeja guardar dinheiro sem um objetivo na vida tem grandes chances de cair em armadilhas. Então evite correr esses riscos, defina um destino para as economias futuras. Além disso, isso é uma boa motivação para poupar ainda mais.

  1. Não tem como poupar com dívidas.

Investir com dívidas em atrasos, principalmente de cartão de crédito, é considerada a maior burrice de um poupador. Aquelas de crédito imobiliário dá até para conviver, mas as de cartão de crédito precisam ser pagas com urgência, pois os bancos cobram juros altos.

  1. Vai pagar as dívidas? Negocie descontos!

Nada como uma dívida de longo prazo para estragar os planos de um economizador. Se possui, a conversa com seu banco é a melhor saída. Além de ser uma interação saudável para seu porquinho, o banco pode fornecer descontos bons, que podem favorecer as condições mais vantajosas num crédito.

Além das dicas acima, procure ir além da caderneta e da renda fixa. Ir além da caderneta é conhecer mais a respeito sobre as opções de investimentos. Por exemplo, a poupança é tradicional, paga menos e não é tão segura como muitos acreditam. Já no Tesouro Direto, o valor só desparece se o governo brasileiro der calote, o que isso é difícil de acontecer.

Ir além da renda extra requer também conhecer informações de investimento como as ações, que são boas opções e que aceleram de forma espantosa o porquinho. Independente da sua escolha, procure a todo momento enriquecer seus conhecimentos sobre as opções de investimentos.

 

Reforma trabalhista – tramitação do Projeto de Lei PLC 38/2017

Após aprovação da Câmara realizada no final de abril, a proposta da reforma trabalhista, projeto que sugere mudanças referentes aos direitos dos trabalhadores, foi recebida no Senado, logo na primeira semana de maio, onde, possivelmente, será aprovada no segundo semestre de 2017, contrariando as expectativas do atual governo de Michel Temer.

Trâmite da reforma

Comissões do Senado

O projeto chamado de PLC (Projeto de Lei da Câmara) 38/2017, irá seguir em frente juntamente com outras duas propostas referentes a questões inseridas na reforma, sendo uma delas a respeito da obrigatoriedade do imposto sindical, onde somente os filiados ao sindicato deverão arcar com o pagamento e a outra sobre a criação de contrato de trabalho intermitente.

No Senado, o Projeto de Lei PLC 38/2017 passará por análise e votação das comissões de Assuntos Econômicos (CAE), Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), e Assuntos Sociais (CAS). Inicialmente, fora determinado que a apreciação da proposta passasse por apenas duas comissões, a CAE e a CAS. Entretanto, após acordo realizado entre as autoridades foi incluída a CCJ.

Desde o dia 4 de maio o projeto está em posse da Comissão de Assuntos Econômicos para a primeira etapa da análise do Senado, onde permanecerá por até 15 dias úteis, podendo o prazo ser prorrogado por mais 15 dias, segundo o regimento da casa. Já a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania terá a jurisdição sobre a reforma por 20 dias, com direito a prorrogação pelo mesmo prazo.

Plenário

Após análise das três comissões, o projeto seguirá para a votação no plenário, não havendo prazo determinado para entrar na lista de votações, uma vez que é o presidente do Senado quem deverá decidir quando ocorrerá o pleito.

Para a determinação de aprovação ou rejeição de uma proposta, é necessário que mais da metade dos presentes se posicione a favor ou contra o programa apresentado. Em caso de aprovação do Senado, a PLC será encaminhada para a autorização do atual presidente, Michel Temer. Já em caso do surgimento de alterações, o projeto precisará retornar à Câmara para nova análise, assim reiniciando o trâmite.

Com a aprovação desta proposta, muitos dos direitos trabalhistas poderão sofrer alterações. O teor do texto que compõe o Projeto de Lei aprovado pela Câmara afeta aproximadamente 110 artigos fundamentados na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).

Resumindo a votação: após ser protocolada pelo Senado, a reforma passará pelas comissões CAE, CCJ e CAS para análise e aprovação, podendo sofrer alterações nesse percurso. Em seguida, será encaminhada para a votação no plenário em um único turno, onde se aprovada prosseguirá para a sanção do presidente. Já em caso de apresentação de alterações na proposta, a mesma deverá voltar à Câmara e ser votada novamente.

 

Saiba como as concessões podem trazer benefícios para o saneamento básico, por Felipe Montoro Jens

O governo divulgou que realizará concessões em parceria com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). O presidente executivo do Instituto Trata Brasil, que atua no setor de saneamento básico, Edison Carlos, deu uma entrevista em que relevou pontos interessantes sobre a atual situação do setor no Brasil. Ele confia que os serviços prestados na área de saneamento básico passarão, em breve, por melhorias em relação à administração, governança e produtividade. A redução dos níveis de desperdício foi um outro ponto que o entrevistado levantou, conforme informou Felipe Montoro Jens, especialista em projetos de infraestrutura.

Setores da economia como mobilidade urbana, saúde, transporte, educação e o próprio saneamento básico necessitam de grandes volumes de aportes de investimentos. Conforme salientou Edison, 90% dos atendimentos de saneamento básico no Brasil são realizados pelo poder público, dos quais, 70% dos usuários são atendidos por empresas estaduais. Segundo ele, a iniciativa privada não deve substituir as empresas públicas, já que as duas formas de gestão podem melhorar o funcionamento do sistema de saneamento, atuando de maneira complementar. O presidente do instituto também acredita que os órgãos do governo podem potencializar suas experiências com a parceria com outras empresas.

O BNDES, com base em estudos detalhados da situação das necessidades de saneamento básico de cada região do País, elaborará planos de ação personalizados. O banco poderá, então, adaptar o projeto de acordo com as necessidades de cada local, esclarece Edison. Umas das principais causas da perda de recursos financeiros das empresas estatais do setor hídrico é a perda de água. Isso faz com que o desperdício, e consequente impossibilidade de uma melhor arrecadação, seja um dos principais pontos de melhoria a serem perseguidos pelas empresas do setor, noticia Felipe Montoro Jens.

Como a iniciativa privada conta com uma maior produtividade, agilidade empresarial e tecnologia avançada, torna-se consequentemente um importante aliado no desafio de impedir o desperdício de água, destacou Edison. Para ele, é algo muito importante para a gestão hídrica no Brasil, atrair maiores investimentos em redes de esgoto. Na atual situação financeira do Brasil, o presidente afirmou que é necessária ainda mais rigidez na administração de desperdícios para melhorar, de forma significativa, a situação financeira das instituições públicas, reporta o especialista em projetos de infraestrutura Felipe Montoro Jens.

Os números mostram igualdade entre as empresas públicas e privadas em relação a satisfação de desempenho junto à população. Edison explica que um fato de uma organização ser eficiente não necessariamente quer dizer que ela seja classificada de acordo com a gestão que possui. De acordo com o que acredita o gestor do instituto, é imprescindível que haja um alinhamento entre a forma que a concessionária escolhida opera e as necessidades da população. Ele também listou os custos, sendo algo que deve ser observado, informa Felipe Montoro Jens.

Edison é a favor da utilização de parcerias envolvendo concessões. Porém, ele pondera que é importante sustentar metas claras na elaboração dos contratos, além de adotar um esquema de fiscalização eficiente por parte dos órgãos públicos onde os serviços serão oferecidos. O presidente do instituto acredita que seja fundamental que os governantes fiscalizem as atividades durante o tempo da concessão, para que se possa identificar se o que foi acordado esteja realmente sendo cumprido, noticia Felipe Montoro Jens.

 

Aumento do turismo em Lisboa

 

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O centro de Lisboa atualmente apresenta ruas pavimentadas, edifícios reformados, novos hotéis, bondes lotados de turistas estrangeiros, ladeiras e ruas estreitas por onde passam milhares de pessoas e tabernas que viraram espaço gourmet.

Lisboa que é considerada uma cidade tradicional e presa às suas origens, está mudando essa sua condição, devido ao fato de ter se tornado a cidade turística da moda.

Edifícios em estado precário, fora do centro histórico, estão desaparecendo graças à revitalização, devido ao turismo. No entanto, há um crescimento da preocupação para que Lisboa não perca as suas raízes.

Em pesquisa recente, o número de turistas chegou a quatro milhões por ano, com probabilidade de crescimento, já que esses números vêm crescendo a cada ano. Em contraste a esses números, essa capital possui pouco mais de 500 mil habitantes e chega a 1,5 milhão com a região metropolitana.

Há também um crescimento no ramo imobiliário, contrastando com os anos de crise, quando as construções ficaram praticamente paradas.

Devido à grande procura, os preços dos aluguéis acabaram subindo, houve um aumento de 30% a 40% desde 2014.

Aumentaram também os investimentos estrangeiros, com quase 80% de toda a atividade. Os números acabam sendo impressionantes para a realidade portuguesa, com tantos recursos vindos do exterior.

Dados da prefeitura mostram que imóveis de um quarto, no centro de Lisboa, chegam a custar por volta de 800 euros, o que equivale ao salário médio de um cidadão português. Essa situação acabou levando os moradores do centro histórico,  a trocar suas residências  por locais mais distantes e aluguéis mais baratos. O centro histórico acabou se tornando um lugar totalmente voltado a atender os turistas, onde havia pequenas lojas, hoje se encontram marcas conhecidas no mundo todo, restaurantes, bares e lojas de presentes.

O pesquisador urbano Luís Mendes está preocupado com essas mudanças, adverte que estão querendo transformar Lisboa, em um “parque temático, uma espécie de Disneyworld”. Ele acrescentou ainda, que essas mudanças acabam com as lojas de bairro, antigos moradores vão para regiões periféricas, ficando uma população pobre, sem serviços próximos, com pouca mobilidade e sem sua rede de amigos.

Nos dois bairros mais tradicionais de Lisboa, o Bairro Alto e Alfama, quase não se ouve mais o português, devido a esse aumento do turismo, foi o que disseram os presidentes de algumas associações de moradores.

O aumento das rotas de diversas empresas aéreas, com valores bem atrativos, vários cruzeiros fazendo paradas na cidade, preços competitivos em relação a outras cidades da Europa, aumento da estratégia internacional e destinos em baixa comum Egito e Tunísia, estão contribuindo para que Lisboa, tenha esse sucesso no seu crescimento turístico.

O Observatório de Turismo de Lisboa, fez uma pesquisa com seus visitantes em 2014, e ela demonstrou que a característica principal da cidade na opinião deles era a sua “autenticidade”, ganhando com certa vantagem. Um pouco mais de dois anos se passaram, e essa característica pode acabar extinta daqui a algum tempo.

 

 

Cerveja artesanal ganha mercado no e-commerce

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A CervejaStore é uma das mais inovadoras startups brasileiras. Fundada no início de 2011, a marca de bebidas espirituais tem a finalidade de explorar o mercado eletrónico para vender vários tipos de cervejas produzidas de modo artesanal nacionais ou provenientes do estrangeiro. Neste momento, a loja e-commerce conta com perto de 750 marcas de todo o mundo, e ainda possui outros tipos de bebida como whiskey, tequilas, cachaças, etc.

A Marca pretende assim fazer escoar a fabricação de cerveja pelo nosso país. É preciso relembrar que o Brasil ocupa atualmente o pôdio dos maiores produtores de cerveja. Por ano, estima-se que o Brasil produza mais de 14 bilhões de litros de cerveja. Atualmente, o consumidor brasileiro tem preferido procurar por cervejas diferentes ou especiais. O processo da cerveja artesanal, bem como a textura e o sabor do produto final tem despertado a atenção dos povos brasileiros para esta nova forma de bebida, preterindo para segunda opção a típica e tradicional cerveja comercial que é usualmente vendida no mercado.

Segundo dados publicados, a procura por cervejas artesanais aumentou 5% no nosso país. Este aumento tem levado ao aparecimento de novas companhias ou empresas que pretendem explorar as vontades deste tipo de cliente para lançar os seus negócios. Quem verificou esse aumento na concorrência foi Clayton Santos, representante da empresa de distribuição Clayton Santos, “Encontramos na Frete Rápido um parceiro estratégico para esta nova etapa de crescimento e integramos os processos de compra, armazenagem, venda e entrega em uma ferramenta fantástica. O primeiro impacto visível em nossa operação é a redução de custo, pois conseguimos reduzir o gasto com fretes em até 60% e vamos utilizar estes ganhos para alavancar nossas vendas”.

Para quem não conhece, a Frete Rápido é mais uma das empresas que abriu portas no mercado da redistribuição de bebidas espirituais. A empresa brasileira criou um sistema que liga centenas de empresa que transportam bebidas e completa todos os processos logísticos até à venda do produto. A finalidade da empresa está em eliminar barreiras tributárias ou os custos do retalho entre os diferentes processos logísticos, tornando os produtos disponíveis mais baratos e acessíveis ao cliente, como informou Mário Rodrigues, chefe executivo da empresa, “Sempre que alguém montar um carrinho no e-commerce, vamos consultar centenas de transportadoras para encontrar a melhor opção de frete, seja pelo menor preço, entrega mais rápida e também qualificação. Nossos algoritmos cuidam do CT-e, seguro da carga e rastreio, não sendo necessário que o e-commerce tenha contratos ou tabelas de preços. Nós democratizamos a logística, ofertando os melhores preços e serviços a todos”.

Setor Público tem rombo histórico de 11 bilhões de reais, em março de 2017, noticia Marcio Alaor do BMG

A situação da crise econômica também abalou fortemente o setor público

Em meio a essa situação de recessão econômica pela qual todos os brasileiros estão passando, do rico ao pobre, engana-se aquele que pensar estar a situação muito melhor para o governo, para a máquina pública. Uma situação histórica de fato, apesar de ser, obviamente, um marco negativo, e, principalmente, para toda a população.

Em verdade, a união de Governo Central, Estados, municípios e estatais, tendo como exceção a Petrobras e a Eletrobras, ou melhor dizendo, o chamado ‘setor público consolidado’, segundo informações divulgadas pelo Banco Central, em março deste ano, apresentou déficit primário de 11,047 bilhões de reais.

E Marcio Alaor, executivo do Banco BMG, também reporta um deficit registrado no mês anterior a este, fevereiro, que foi de 23,468 bilhões de reais. Já se compararmos a situação de março deste ano com o a do mesmo mês em 2016, veremos que um ano antes o deficit foi menor, de 10,644 bilhões de reais.

Não para por aí, não. Esse deficit primário de 11,047 bilhões de reais, registrado no mês de março deste ano, é nada menos que o pior resultado para o mesmo mês, isso desde o mês de dezembro de 2001, há mais de 15 anos atrás, quando se tem o início da série histórica.

Marcio Alaor do BMG traz mais detalhes sobre esse déficit

Apesar disso tudo já esclarecido, como ainda reporta o executivo do BMG, Marcio Alaor, o resultado primário consolidado do mês anterior, fevereiro, acabou ficando, para os analistas do mercado financeiro, dentro das estimativas, segundo o que foi divulgado pelo Projeções Broadcast. Para esses analistas, o déficit poderia ir de R$ 27,1 bilhões a R$ 9,7 bilhões, sendo que a mediana, com R$ 13,3 bilhões, estava negativa.

Outra questão recordada por Marcio Alaor, executivo do BMG, foi que o resultado fiscal de março deste ano compõe-se por um déficit do ‘Governo Central’, ou seja, do Tesouro, Banco Central e INSS, que chegou aos R$ 11,686 bilhões.

Já em relação aos governos regionais, no caso os Estados e os municípios, estes, por sua vez, terminaram por influenciar positivamente o resultado, com um total, nesse mesmo mês em questão, de R$ 937 milhões.

Mais detalhadamente, o executivo Marcio Alaor, pertencente ao Banco BMG, noticia também que, enquanto tiveram os municípios, de forma geral, um resultado positivo que foi de R$ 465 milhões, os Estados, por sua vez, e também de forma geral, apresentaram um superávit que atingiu os R$ 473 milhões.

Quanto às empresas estatais, pode-se dizer que elas registraram, no período em questão aqui, março deste ano, déficit primário que atingiu o montante de R$ 298 milhões. Já se o foco for Previdência Social, só nela houve um rombo de 13 bilhões de reais, em março deste ano, quando, no mesmo mês há um ano atrás, tinha-se um resultado negativo de 10,2 bilhões de reais.

E se considerarmos o acumulado de 12 meses encerrados nesse mês em questão, teremos aí, em relação às contas do setor público, também um déficit, mas de 147,8 bilhões de reais. Valor esse que representa 2,34% do nosso Produto Interno Bruto (PIB).

 

Aneel aciona bandeira vermelha para maio

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Nesta sexta-feira 28, o portal da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou bandeira vermelha para o mês de maio. A bandeira vermelha terá o patamar 1, com o custo de R$3,00 a cada 100 kWh (quilowatts-hora). A indicação das bandeiras opera de acordo com a disponibilidade da produção de energia no país. O sistema sinaliza três categorias de bandeiras: verde, amarela e vermelha.

A bandeira verde indica que as condições de produção de energia no país encontram-se favoráveis, portanto, não incide cobrança adicional de tarifa. A bandeira amarela já indica um estado de alerta na geração de energia, apontando condições menos favoráveis, incidindo uma tarifa de R$2,00 para cada 100kWh, já a bandeira vermelha sinaliza um estado crítico de geração, patamar 1 cobra-se R$3,00 cada 100kWh e patamar 2, R$3,50 cada 100 kWh.

Na bandeira vermelha a Aneel aciona as usinas termoelétricas que proporcionam um custo maior na produção de energia. Além do valor monetário, existe o custo ambiental deste tipo de usina por causa da emissão de carbono na atmosfera. No mês de março deste ano foi acionada bandeira amarela, nos meses de abril e maio bandeira vermelha. Assim, temos um indicativo que o custo de produção de energia no país vem aumentando e as condições de geração não tem sido favoráveis.

A matriz energética do Brasil

As usinas hidroelétricas são responsáveis por 77,1% da produção de energia no país. Este tipo de usina demanda o represamento de rios, e os níveis deles são alterados durante o ciclo das chuvas. O Brasil conta com 140 usinas hidroelétricas em operação. O Plano Decenal de Energia prevê que até o fim do ano o país tenha 71 novas usinas com o potencial para gerar 29.000 MW.

Segundo o portal do Governo, o Brasil possui uma matriz energética renovável, aponta que 45,3% da produção energética é proveniente de recursos hídricos, biomassa e etanol, além das solares e eólicas. O Governo conta um programa de incentivo às fontes alternativas de energia elétrica (Proinfa). Este programa visa investir em projetos de geração que reduzam a emissão de gases de efeito estufa.

No país hoje existem 36 usinas eólicas em operação distribuídas em vários estados, ao todo podem produzir até 602.284 kW de energia limpa. O Proinfa conta com um investimento de R$ 4,6 bilhões para expansão das fontes de energia eólica, prevendo a implantação de 144 usinas.

Para maiores informação sobre a matriz energética brasileira acesse o portal do Governo Federal.