Suspensão de IPO da Azul é revogado

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Foi revogada, no último dia 7 de abril, pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a suspensão da oferta pública inicial (em inglês, IPO) da Azul Linhas Aéreas. Um dia antes, a Comissão, que é responsável pela regulamentação do mercado de capitais, havia interrompido o procedimento de IPO da companhia por um período de até 30 dias.

De acordo com o órgão, a opção de revogar a suspensão viabilizou-se após a companhia aérea tomar as providências necessárias contra as irregularidades apontadas inicialmente. A própria Azul havia anunciado, mais cedo, que todas as medidas para anular a suspensão de sua oferta pública inicial foram tomadas.

Segundo o CVM, entre as diversas infrações realizadas pela companhia aérea, destacam-se: material de divulgação irregular – que não era aprovado pela Comissão; especulação de valorização de investimentos referente aos ativos TAP (companhia aérea portuguesa) que não foram relatados nos prospectos da oferta; divulgação excessiva, em matérias jornalísticas, de informações consideradas sigilosas como: informações de cunho sigiloso sobre projeções de demanda; e relacionadas à precificação das ações das ofertas.

Quarta tentativa de IPO

A determinação do CVM em suspender o procedimento vai de encontro a quarta investida da Azul em abrir seu capital. As últimas três vezes, sendo a mais recente em junho de 2015, foram frustradas pelo cenário negativo em que se encontrava o mercado. Em 2017 outras duas empresas listaram suas ações na bolsa de valores. A locadora de veículos Movida e a rede laboratórios Hermes Pardini, no mês de fevereiro, prospectaram R$ 600 milhões e R$ 877 milhões com seus IPO’s, respectivamente.

Empresa em busca de R$ 1,6 bilhão

De acordo com a documentação enviada à Securities and Exchange Commission (SEC), comitê responsável pela regulamentação do mercado de capitais dos Estados Unidos, a Azul almeja prospectar R$ 1,65 bilhão com a abertura de capital, tanto no Brasil como no exterior. Este valor pode chegar a casa dos R$ 2,23 bilhões, a depender da demanda. Ainda segundo informações do relatório, a companhia, em 2016, teve prejuízos que giravam a casa dos R$ 126, 3 milhões. Números considerados otimistas, frente ao rombo de R$ 1,07 bilhão registrado no ano de 2015. Ainda em 2016, sua receita cresceu 6,6% indo a R$ 6,67 bilhões.

O propósito da Azul, com sua oferta inicial pública, é reforçar o capital de giro e amortizar dívidas com o capital prospectado. A companhia possuía, em caixa, R$ 1,79 bilhão e uma dívida de R$ 4 bilhões em 2016. De acordo com os relatórios, a companhia pretendia utilizar R$ 315 milhões, do dinheiro que seria levantado, no pagamento de dívidas com vencimento entre abril e dezembro de 2017. A Azul, que é a terceira maior empresa de aviação do país, solicitou que seus papeis fossem listados nas bolsas de São Paulo (BM&FBovespa) e Nova York (NYSE).

 

 

 

Roberto Santiago incentiva projeto social em exposição de Dragões robotizados

Dragões de até 5 metros de altura e 9 de comprimento, soltando fumaça pela boca e mexendo partes do corpo foram algumas das grandes atrações de 2016 recebidas pelo Manaíra Shopping, de Roberto Santiago

 

Por ser considerado um dos centros comerciais mais expressivos de João Pessoa na Paraíba, o Manaíra Shopping, do empresário Roberto Santiago, vem se tornando um dos grandes alvos escolhidos para abrigar importantes encontros e eventos que ocorrem na cidade e região. A mostra internacional “Dragões”, trazida para o Brasil no início de 2016, foi exposta no shopping pessoense onde ficou hospedada por algum tempo em uma ampla área especialmente preparada para receber o grande número de visitantes interessados pelo tema mitológico.

Para Leonardo Guelman, um dos diretores da exposição, o dragão é visto como o animal mais original e completo que o ser humano foi capaz de projetar por meio de sua imaginação. Além de conhecidos em vários cantos do mundo por estarem presentes em diferentes contextos culturais como lendas que se transformaram em filmes, séries, documentários e livros, para alguns povos os dragões são mais do que simples figuras criadas pela mente humana, pois estão ligados a importantes conceitos como força e sabedoria.

Roberto Santiago propõe diversão para todas as idades

A exposição contou com o total de dez dragões robotizados de tamanhos variados, alcançando o maior deles a dimensão de 5 metros de altura e 9 metros de comprimento. Para mexer ainda mais com o imaginário coletivo e transportar os admiradores do mundo mitológico dos dragões à outra realidade, os robôs foram projetados com moderna tecnologia possibilitando certo grau de interação com o público.

Somente alguns dos exemplares expostos chegavam a liberar fumaça pela boca, entretanto, todos os dez contaram com a reprodução sincronizada de sons e movimentos. A harmonia entre a emissão dos sons, a simulação de respiração e os movimentos da boca, tórax, cauda e membros inferiores e superiores, foi responsável por oferecer ainda mais veracidade aos personagens ali exibidos.

Sempre atualizado das tendências que ocorrem mundo afora, o também dono do Mangabeira Shopping, Roberto Santiago, decidiu abrir as portas do Manaíra e oferecer uma grande opção de entretenimento para visitantes de todas as idades, buscando proporcionar aos inúmeros brasileiros fãs de dragões uma ótima oportunidade de contemplar algumas reproduções, bem realistas, feitas no exterior e trazidas para a exposição na região nordeste do país.

A parte do centro comercial utilizada para acomodar as atrações da exposição foi uma ampla área próxima à área destinada ao Espaço Gourmet do shopping.

Roberto Santiago apoia projeto social em visitação da mostra internacional “Dragões”

A exposição veio acompanhada de um projeto social onde foi proporcionado para alunos de diferentes instituições de ensino, por meio de parcerias firmadas com o Manaira Shopping, conhecimento e diversão de uma só vez, unindo alunos e grupos independentes para apreciar a visitação da mostra internacional “Dragões”. Como parte da proposta originada pela iniciativa, o valor cobrado dos participantes do “Projeto Escola” foi diferenciado dos demais ingressos vendidos ao público comum.

Os 5 erros mais comuns na declaração do imposto de renda

 

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A declaração do imposto de renda de 2017 está quase chegando no prazo máximo. Boa parte dos declarantes já entregaram a sua declaração, no entanto, alguns brasileiros ainda insistem em deixar para a última hora. Esse erro comum de deixar para declarar no último momento, pode trazer consequências sérias, como a perda do prazo (multa mínima de R$165,74), ou o preenchimento incorreto na hora de fazer a declaração.

Todos os anos milhares de erros são constados nas declarações do imposto de renda. Porém, há alguns erros muito comuns que a maioria dos brasileiros cometem, as vezes por não saber, ou pela pressa em declarar o IRPF. Se você ainda não declarou, fique atento aos 5 erros cometidos na declaração do imposto de renda para não cometê-los, e se você já declarou, confira se sua declaração foi feita corretamente.

As principais características de quem comete erros ao declarar o IRPF, são:

– Não guardar comprovantes de compras e pagamentos.

– Deixar a declaração pra última hora

– Pagar mais do que necessário

Confira os 5 erros mais comuns dos declarantes:

  1. Não planejar o IR durante o ano

A falta de planejamento é sempre um dos principais erros cometidos em qualquer circunstância. No caso da declaração do IRPF, o declarante que não se planeja, não guarda os comprovantes dos serviços e produtos pagos. Esse erro é muito comum, pois muitas pessoas se esquecem do imposto de renda, por isso joga fora os comprovantes que serão necessários na hora de declarar. Com isso, o declarante perde a oportunidade de comprovar também as suas despesas, e assim acaba perdendo dinheiro.

  1. Deixar tudo para a última hora

O programa para realizar a declaração do imposto de renda, está disponível para download desde o começo do mês de março, no entanto, muitos brasileiros nem sequer baixaram o programa ainda. Deixar para fazer a declaração no último momento, pode fazer com que o declarante perca o prazo, e aí acabe tendo que pagar a multa. Nesse caso, o declarante também acaba por perder dinheiro por causa de um erro que pode ser evitado apenas com a antecipação da declaração.

  1. Preencher a declaração incorretamente

Declarar pela primeira vez o IRPF pode ser um pouco difícil e ocasionar alguns erros no preenchimento, no entanto, até mesmo os declarantes de longa data acabam cometendo erros na hora de preencher a declaração. Os erros mais comuns de preenchimento é se esquecer ou não colocar os dependentes daquela renda, como por exemplo, uma mãe idosa que dependa daquela renda, ou os filhos com menos de 21 anos. Outro erro no preenchimento, também é sobre os dependentes, nesse caso o erro é declarar uma pessoa como dependente que tem uma renda própria.

  1. Não fazer a declaração completa

Escolher a opção mais simples, as vezes pode sair mais caro. No caso da declaração do imposto de renda, existe a opção simplificada e a completa. As duas opções formam uma única declaração, o que difere é que, na opção simplificada, é feito uma estimativa de gastos, e assim uma estimativa do valor a se pagar. Já a completa, é feito todos os lançamentos de comprovantes, e a partir deles, é feito o cálculo muito mais preciso do quanto o declarante deverá pagar. Por isso, a declaração simplificada pode ficar mais cara.

  1. Não declarar ou esconder coisas

Essa prática é muito comum e muito perigosa, pois todo mundo sabe que uma hora ou outra a Receita Federal acaba descobrindo um item não declarado. Outros dados lançados no sistema, como as declarações feitas pelos bancos e pelas empresas, acabam gerando um gráfico sobre a vida econômica do declarante, por isso a Receita Federal sempre sabe dos bens materiais que o declarante possui.

 

Mutação da Riachuelo traz empate com a Renner e destaque para a classe A Deixando de ser só popular e se reinventando enquanto marca

Engana-se quem ainda crê que uma rede popular de confecções está limitada ao gosto das classes mais baixas. Ao menos, não é mais esse o caso da Riachuelo, que vem modificando-se muito, nos últimos anos, a ponto de ter ganho a preferência do público classe A.

Entre essas mudanças, vale citar a modificação do seu logotipo, que do verde passou para o preto e branco. Isso sem contar o processo de “repaginação” das lojas que seguirá ocorrendo pelos próximos anos, segundo Flávio Rocha, o presidente da Riachuelo. Processo esse que foi iniciado na unidade conceito, situada na Rua Oscar Freire, cidade de São Paulo.

Ele ainda explica que essa ideia como sendo um aproveitamento do momento iniciado em 2016 por decisão própria, de pausa nas inaugurações, para que assim seja acelerada a uniformização do visual de todas as unidades. Somando então, só este ano, 40 reformas, além de mais 40 no ano que vem, 2018.

E mesmo com uma expectativa otimista sobre venderem mais neste ano, ainda se mantém prudentes quanto a retomarem a expansão das lojas, deixando assim para o segundo semestre a decisão de retomar as inaugurações ou não. Flávio Rocha diz depender de uma retomada da economia com maior solidez.

Popularidade entre as classes e rivalidade com a Renner

O crescimento da Riachuelo, a nível de popularidade, foi observado por um estudo da XP Check. O fato é que a loja empatou no primeiro lugar, em relação à preferência dos consumidores, com a Renner, já tradicional nesse setor de roupas.

Esse levantamento, datado do mês de agosto do ano passado, dá como resultado o empate de 17%, para ambas as lojas já citadas, quanto à preferência dos consumidores na categoria de confecções. Porém, meses antes, em janeiro daquele mesmo ano, pesquisa similar feita apontava a Renner sozinha na primeira colocação, com 20%, estando a Riachuelo logo atrás, com 18%.

Essa mudança também já indica o fenômeno falado no início deste texto, pois a Riachuelo conseguiu liderar entre os consumidores da classe A, com 18%, e os da classe D, com 29%. Em contrapartida, a Renner manteve-se estagnada como favorita do público de classe C, com 15% para a classe A, e 20% para a classe D.

Modificações profundas têm sido feitas na Riachuelo

Modificações foram feitas várias, nos últimos tempos, com o fim do abastecimento das lojas, não apenas quanto ao sistema de distribuição, como também em relação à lógica de produção como um todo. A exemplo disso, as fábricas da Guararapes, situadas nas cidades de Natal e Fortaleza, é que ficarão mais e mais responsáveis por suprirem a demanda das lojas da Riachuelo como um todo, assim que for sendo vendido o estoque destas.

Ainda seguindo as últimas tendências da moda, a rede de lojas importa os seus itens mais básicos, os de desenho mais perene, de fornecedores chineses ou de sua fábrica própria no Paraguai. Fábrica essa que foi construída em parceria com o grupo do empresário Andrés Gwynn, de nome Texcin.

 

Como foi a posse de Luciana Lóssio no TSE

De acordo com o artigo 119 da Constituição Federal, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve ser constituído por ao menos sete juízes. Desses, três vagas devem ser destinadas a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), duas para ministros Superior Tribunal de Justiça (STJ), e as duas restantes para advogados que trabalham na área.

Essa determinação precisa, que decide a origem de cada componente que atua no tribunal, é feita com o objetivo de garantir que a sociedade civil seja bem representada, além de conceder voz aos cidadãos comuns. Isso devido ao fato de que os advogados têm a função de servir como ponte entre os civis e a forma correta de aplicação das leis do país, um profissional cuja responsabilidade é desmistificar a complexa burocracia que existe e preservar a justiça acima de tudo.

A partir dessas condições, Luciana Lóssio foi nomeada para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pela vaga de advogada. Sendo assim, ela foi a primeira mulher do Brasil a entrar nesse Ministério, no ano de 2011.

Apesar de ainda ser muito jovem, a ministra se preparou durante vários anos para exercer esse cargo público de tamanha importância. Especialista em Direito Eleitoral e integrante do Instituto Brasileiro de Direito Eleitoral (Ibrade), Luciana Lóssio é um dos principais nomes do país dessa área, e por esse motivo, foi convidada também para atuar como professora do curso de Pós-Graduação em Direito Eleitoral do centro de ensino UniCEUB em parceria com a OAB/DF. De acordo com ela, manter um contato próximo com os estudantes, faz com que ela esteja sempre atualizada em relação ao impacto das novas tecnologias no Direito e sobre as demandas e particularidades da nova geração.

Ótima em conhecer e compreender as pessoas, a ministra Luciana Lóssio cresceu na cidade de Petrolina, no interior do estado de Pernambuco, e desde muito jovem já possuía consciência sobre os vários problemas do Brasil, em função da relevância social de sua família. Filha de João Lossio, um médico conhecido por ser um profissional de ampla visão social, ela foi ensinada desde pequena a trabalhar em prol dos mais frágeis e necessitados.

Essa sua consciência pelo bem comum, que foi desenvolvida desde bem cedo, é algo essencial para o trabalho da ministra, pois Luciana Lóssio tem construído a sua carreira como magistrada em um momento onde o Brasil passa por um momento conturbado no que diz respeito a política nacional, o que serve como motivação para a ministra seguir trabalhando para fazer a diferença em nossa história.

Além disso, Luciana Lóssio é conhecida por suas opiniões bem fundamentadas, justificadas e contundentes, que se baseiam em excelentes sustentações orais e despachos exarados sobre os temas em que ela tem se especializado cada vez mais. Essa sua posição de destaque vem se firmado devido as suas interpretações competentes para lidar com processos polêmicos, e tem sido fundamental para se conseguir a clareza e a objetividade necessárias para a aplicação da lei aos casos que exigem uma decisão judicial pautada na justiça e nas leis presentes na Constituição Federal.

Home office: a nova tendência de trabalho no Brasil

Embora seja mais frequente no exterior, o home office está conquistando lugar no Brasil. Segundo pesquisa realizada pela SAP consultoria em 2016, 37% das empresas brasileiras adotam a prática e relatam que a produtividade e o engajamento dos colaboradores tiveram aumentos de 54% e 85%, respectivamente.

Mas afinal, o que seria home office? De acordo com a Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades – Sobratt, esta modalidade corresponde a qualquer trabalho intelectual realizado em casa, com a utilização de tecnologias.

Este modelo tem sua regulamentação descrita pelo artigo 6° da CLT, que estabelece a igualdade legal entre o tipo presencial e o home office. No entanto, é possível que ocorram modificações nas leis, pois recentemente o deputado Rogério Marinho (PSDB-RN) apresentou uma proposta de mudanças na CLT que incluem a modalidade.

O projeto sugere que o contrato de trabalho especifique quais atividades o funcionário poderá realizar em casa e também prevê a transição de domicílio para o presencial, por acordo mútuo entre empregado e empregador, com um prazo mínimo de 15 dias.

Esta nova tendência desperta dúvidas sobre os benefícios envolvidos e as empresas que oferecem este tipo de emprego. Diante disso, foram reunidas algumas vantagens e exemplos de organizações que permitem trabalhar em casa. Confira a seguir.

Por que a modalidade home office é vantajosa?

O trabalho remoto apresenta-se como uma alternativa conveniente para diferentes pessoas por solucionar problemas cotidianos e oferecer benefícios nem sempre encontrados no presencial, tais como:

  • Redução de deslocamentos, o que possibilita evitar tráfego pesado em horários de pico e economizar com combustível
  • Aumento da qualidade de vida do funcionário
  • Flexibilidade de horários: o colaborador gerencia seu próprio tempo
  • Renda extra ou principal
  • Diferentes áreas de atuação: engenharia, arquitetura, direito, contabilidade, design, turismo, moda, cosméticos, redação, marketing, dentre outras

Com relação às vertentes promissoras para home office, destacam-se as microfranquias, consultorias e negócios on-line. Este último tem sido bastante procurado por quem deseja empreender com baixo investimento inicial. Porém, quando se trata de uma nova jornada, muitas pessoas preferem caminhos mais seguros, isto é, contratos com organizações bem-sucedidas no mercado. Em vista disso, o tópico seguinte mostra alguns destes casos.

Quais entidades brasileiras permitem este novo modelo de trabalho?

Começando pelos órgãos públicos que oferecem home office, pode-se citar:

  • O Tribunal Superior de Trabalho
  • O Tribunal de Contas da União
  • A Receita Federal do Brasil
  • O Conselho Nacional de Justiça

Já no setor privado, a modalidade faz parte de algumas empresas bem reconhecidas no país:

Gol Linhas AéreasNaturaMagazine Luiza

  • Gol Linhas Aéreas: oferece vagas de teleoperador home based, cuja função é o suporte ao cliente
  • Natura: contrata consultores e empreendedores digitais; fornece um domínio para o franqueado; cuida da cobrança e entrega dos produtos e oferece 20% de lucro para consultores e 25% para empreendedores
  • Magazine Luiza: permite criar uma loja virtual de produtos Magazine; lucro varia de 4 a 12%

Diante disso, o home office pode ser uma ótima opção de renda extra ou até mesmo de emprego em tempo integral. Seja para franqueado, autônomo ou colaborador público, são várias as áreas de atuação. Ressalta-se ainda que para fazer uma boa escolha, é preciso considerar o estilo de vida, as habilidades e os objetivos do profissional.

Afinal, este tipo de ocupação exige disciplina e, para tanto, é essencial que a área escolhida se encaixe no perfil da pessoa. Finalmente, trabalhar em casa não é mais um sonho, agora é uma realidade brasileira com potencial de expansão.

Mês de fevereiro tem maior rombo da história nas contas públicas

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O Banco Central, no último dia 31 de março, informou que as contas do chamado setor público consolidado (União, estados, municípios e empresas estatais), apresentaram um déficit recorde de R$ 23,46 bilhões no mês de fevereiro. Desde que a série histórica foi iniciada, em dezembro de 2001, nunca se viu um rombo destas proporções para o segundo mês do ano. Vale salientar que tais valores não contemplam as despesas referentes aos juros da dívida pública. Em fevereiro do ano passado, o setor público consolidado já havia registrado déficit de R$ 23,04 bilhões.

O levantamento do Banco Central aponta que houve registro de superávit no acumulado do primeiro bimestre do setor público consolidado, totalizando R$ 13,24 bilhões. Desta forma, em relação ao mesmo período de 2016, apresentou-se um quadro melhora. Naquele período também houve saldo positivo, porém, mais discreto: R$ 4,87 bilhões. É importante ressaltar que estas contas não incluem as despesas da dívida pública.

Contudo, quando se toma como referência o acumulado de um ano, até fevereiro, o saldo fica negativo. O período em questão registrou rombo de R$ 147,41 bilhões – valor que equivale a 2,34% do Produto Interno Bruto.

Análise do resultado

A decomposição do resultado apresentado revela que a parte referente ao governo central, demonstrou déficit de R$ 28,76 bilhões – aí incluem-se o próprio Banco Central, a Previdência Social e a União. De forma paralela, estados e municípios obtiveram superávit de R$ 5,25 bilhões. Já as empresas estatais também exibiram saldo positivo, totalizando R$ 46 milhões.

Colocando os juros na conta

Ao agregar os juros da dívida pública no cálculo, o mês de fevereiro registra um saldo devedor de R$ 54,24 bilhões. Nos últimos doze meses, o acumulado do déficit, incluindo os juros da dívida, chega a R$ 535 bilhões, o que representa 8,49% do PIB. Tal valor ainda é considerado alto, mesmo para economias emergentes como a do Brasil.

Os resultados não passam despercebidos pelas agências que classificam os riscos de se investir num determinado país. Os indicadores por elas dados, são primordiais para captação (ou não) de recursos estrangeiros.

Meta para 2017

O governo fixou um déficit máximo de R$ 143,1 bilhões, para 2017, para o setor público consolidado. Em 2016, o rombo ficou na casa dos R$155,7 bilhões – o maior já registrado. No ano retrasado, 2015, o déficit calculado foi de aproximadamente R$ 111,24 bilhões. O acumulo de resultados negativos trazem como consequência o aumento da dívida pública, bem como maiores pressões relacionadas à inflação. De modo a minimizar os prejuízos, o governo, ainda no mês de março, noticiou alta nos tributos sobre as folhas de pagamento, além do bloqueio de R$ 42,1 bilhões que seriam utilizados em gastos públicos.

 

Em parceria com ESPM-Sul, Grupo RBS de Duda Melzer lança campanha de doação de sangue

Desde o dia 23 de fevereiro está veiculando pelos intervalos da programação da RBS TV – rede de televisão gaúcha pertencente ao Grupo RBS, que é presidido por Eduardo Sirotsky Melzer, também conhecido como Duda Melzer – uma campanha de incentivo à doação de sangue. A Iniciativa, no entanto, faz parte de uma parceria entre a emissora e o curso de Publicidade e Propaganda da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-Sul).

Doar nunca é demais, ainda mais sangue, visto a situação de emergência de alguns hemocentros do Rio Grande do Sul, e foi pensando nisso que a doação de sangue tornou-se o primeiro tema escolhido pela parceria para circular na RBS TV. A intenção da ESPM-Sul é criar e exibir peças publicitárias que atendam a necessidades da comunidade gaúcha. A campanha – desenvolvida inteiramente pelos alunos de disciplinas de criação e produção da da Escola Superior de Propaganda e Marketing e com a curadoria da equipe de Promo da RBS TV, que cria as chamadas da emissora de Duda Melzer – possui assinatura customizada para cada uma das cidades.

Nas redes sociais quem manifestou-se sobre a iniciativa foi o presidente do Grupo RBS, Duda Melzer. Ele apoiou a campanha e publicou mensagens de incentivo no LinkedIn e no Twitter. “Lançamos uma campanha para incentivar a doação de sangue nos hemocentros do Rio Grande do Sul. Ajude a divulgar, faça sua doação e participe dessa ação de solidariedade”, escreveu ele em sua conta no LinkedIn, uma rede social de negócios. Já no Twitter, Duda Melzer destacou o a peça publicitária – “Muito bacana. Faça parte dessa iniciativa!”

O projeto também irá contar com suporte editorial. No dia 23 de fevereiro, dia do lançamento da campanha, o tema abordado na peça publicitária foi pauta de reportagem dos quadros locais do Jornal do Almoço em todas as suas regiões de transmissão.

Conheça a RBS TV do Grupo RBS

A Rede Brasil Sul de Televisão é sediada em Porto Alegre e possui filiais por todo o Rio Grande do Sul. Sua fundação foi no dia 29 de dezembro de 1962, quando entrou no ar a TV Gaúcha, canal 12 de Porto Alegre. Cinco anos depois, em 1967, a TV Gaúcha afiliou-se à Rede Globo.

No último dia 6 de março, um dos principais programas da RBS TV – o Jornal do Almoço (JA) – comemorou 45 anos de transmissão. Quem comandou a festa foi a apresentadora que está à frente do JA há 20 anos – A jornalista Cristina Ranzolin.

Conheça o presidente do Grupo RBS

Duda Melzer – neto de Maurício Sirotsky Sobrinho, fundador do Grupo RBS – assumiu a presidência da rede de comunicação em 2012. No entanto, já trabalhava no negócio da família Sirotsky desde 2004. Seu primeiro cargo no Grupo foi como Diretor-Geral para o Mercado Nacional. Em 2008, tornou-se Vice-Presidente de Mercado e Desenvolvimento de Negócios da instituição e em 2010, Vice-Presidente Executivo. Mais recentemente, em 2015, Duda também chegou à presidência do Conselho de Administração do veículo gaúcho de comunicação.

Ex-diretor da Febraban, diz que crédito no Brasil é muito caro

O atual governo, está fazendo as coisas certas, coisas que precisam ser feitas, mas está com um diagnostico equivocado, parcial do que realmente está acontecendo na economia brasileira. A questão fiscal é o foco principal das atenções. Começou a piorar após o começo da crise e não antes, segundo ex-presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Ademiro Vian.

A crise começou e a dívida pública começou a subir mais rapidamente. O PIB diminuiu, porque a arrecadação também diminui, e a causa principal disso tudo, foi uma crise de crédito, que segue uma dinâmica de crédito desproporcional ao desenvolvimento do país. Em 2010 com uma economia crescendo 7,5% ao ano, já observou-se um grande aumento da inadimplência.

Cada vez mais inadimplência, taxas mais altas, oferta de crédito menor, e isso foi “secando” não só o crédito bancário, mas todo crédito comercial. Comerciantes, empresários com menos capital de giro, fornecedores que exigem o pagamento à vista. Os empresários acabam tendo menos recursos, acabam atrasando impostos, diminuindo estoques e em alguns casos, tem que ser demitido funcionários.

O que favorece essa crise, sem dúvidas, e a dinâmica do crédito, por exemplo: se você planta cana de açúcar e para ser feito uma colheita tem que atear fogo na plantação toda, você conseguirá vender a cana após a colheita tendo então um lucro a curto prazo com ela. Ao fazer isso, você acaba sacrificando a qualidade da terra a longo prazo. Um outro exemplo: um pescador pesca com um tipo de rede uma certa quantidade de peixe, ai aparece outro pescador e diminui a malha para poder pescar mais peixes do que o primeiro pescador. Outro pescador resolve diminuir ainda mais a medida da malha da rede para poder pescar mais peixes ainda. No final, os peixes acabarão e para isso não acontecer, existem leis prescritas para proteger um pescador do outro pescador, e garantir o tempo de reprodução dos peixes. É isso que precisa ser feito com os bancos, proteger os banqueiros dos banqueiros.

O nosso sistema bancário da época da inflação alta, ou seja, capitava e emprestava no mesmo dia, sendo o mais importante garantir a liquides do sistema com a moeda remunerada. Mas isso acabou, a inflação acabou faz 22 anos e meio, e a gente continua pagando pela mesma intermediação, moeda remunerada. Hoje você aplica nos bancos, no dia seguinte você tem rendimento, mas se o banco capita a curto prazo ele emprestará a curto prazo, se ele capitar caro, tem que emprestar caro. Os bancos emprestam caro, as empresas investem pouco, e isso gera uma sistemática que dificulta a disseminação de crédito produtivo em vista de um crescimento mais assíduo para o país.

O que deve ser feito para que esse quadro possa mudar e evoluir, seria os bancos não colocarem prazos de capitação. Se ele capita a curto prazo, ele tem que emprestar a curto prazo, obviamente, se ele capita a longo prazo, ele pode emprestar a longo prazo. Isso reduziria em muito os juros cobrados pelos próprios banqueiros.

A segunda medida que é muito importante, é mudar a tributação. Se você pegar dinheiro emprestado, você tem que pagar o IOF na frente. O ideal é que o banco financie o IOF pra você e zere os créditos tributários, que geram distorções técnicas, onde quem não tem, acaba cobrando mais de quem tem.

Outra distorção que deve ser corrigida, são os compulsórios. Com isso tudo, os bancos vão ter mais dinheiro, mais barato para se emprestar a longo prazo e impulsionar fortes tendências de crescimentos por parte de mais investimentos.

Empregabilidade em tempos de crise

Empregabilidade é sinônimo de ocupação, de trabalho, colocação, emprego. Por trás de todas essas variações de sentido, existem algumas exigências mínimas que o mercado de trabalho estabelece para profissionais que buscam esse status: habilidades, experiência, know-how, atualização, entre outras. Pode-se associar empregabilidade à palavra “status”, justamente porque diz respeito um estado tido como favorável do indivíduo, na sociedade. E, justamente para frustrar a massa trabalhadora, esse “estado favorável”, tão desejado, tem recebido toda a carga resultante da crise no país: redução de funcionários, empresas fechando as portas, atraso nos salários e, especialmente, falta de emprego.

Em um cenário de dificuldades, resta apenas esperar a crise passar?

Como lidar com o sentimento de impaciência, desilusão? É possível que os profissionais que ficaram de fora das empresas possam extrair algo de bom para si?

Claro! Há expectativas de que essa crise dê uma trégua, como tantas outras que o Brasil já enfrentou. Ainda que demore, o tempo agora é de reflexão: é hora de repensar se as investidas na carreira tem levado a um caminho de realização e sucesso. É tempo de repensar se os caminhos profissionais trilhados até então permitiram o alcance dos objetivos de vida.

Por um lado, a desaceleração do mercado faz das investidas na carreira um campo minado, que frustra e desmotiva o profissional. Por outro, cria oportunidades: observar as tendências vindouras, fazer uma crítica sobre a profissão atual, estabelecer aonde realmente seria o lugar ideal para se trabalhar, quais as verdadeiras aptidões.

Para a revista Você S/A, “reduzir o ritmo também permite avaliar, com mais precisão, se sua carreira está evoluindo na direção certa”. A revista ainda faz uma chamada de atenção para o fato de que a pausa para a reflexão é diferente de permanecer no piloto automático. Isso porque, trabalhando em uma organização em que a tal promoção não sai e, consequentemente, permanecer no cargo se torna tarefa árdua, o indivíduo precisa se questionar: é hora de mudar de empresa ou mudar a própria postura? Uma ou outra alternativa o impulsionará a garimpar por novas possibilidades.

Especialmente para as gerações mais jovens, imediatistas e acostumadas à velocidade da tecnologia, esperar pacientemente e enfrentar a estagnação tem se tornado um verdadeiro sacrifício, sendo que o momento é favorável para pesquisarem e conversarem com as pessoas experientes sobre o preço do sucesso. É necessária uma resiliência, a qual possibilitará passos mais cautelosos e uma postura mais crítica, que evitará que tropecem na própria ansiedade.

Enquanto muitos escolheram esperar a crise recuar, encontrar maneiras de se manter a empregabilidade e desenvolver uma percepção aguçada da realidade assegura ao indivíduo uma posição de destaque no mercado e confiança de que está no caminho certo.