Flavio Maluf destaca a importância do comércio exterior para o desenvolvimento do país

O comércio exterior ou comércio internacional consiste na troca de produtos e serviços entre diferentes nações. O valor gerado através desse tipo de negociação não pode ser ignorado, já que ela representa uma grande fatia do PIB da maioria dos países.

O PIB (Produto Interno Bruto), mede o valor total dos bens e serviços produzidos por um país em um determinado período, na indústria, serviços e agropecuária, destaca Flavio Maluf. O PIB não é apenas um número, ele é mais do que isso, o PIB nos auxilia a avaliar o estado da economia, como por exemplo, se ela está em crescimento ou se está em recessão, ou seja, ele faz parte da vida de cada um de nós. Dessa forma, se um país exporta um grande volume de bens e serviços, isso acaba se refletindo no PIB.

Para que você possa entender a importância do comércio exterior, no segundo semestre de 2013, a Inglaterra teve um crescimento imprevisto impulsionado pelo comércio exterior, as exportações tiveram uma alta de 3,6%. Em 2015, a Alemanha impulsionou seu PIB em 0,4% entre os meses de abril e junho, graças ao comércio internacional, noticia Flavio Maluf.

A globalização e o surgimento das multinacionais vieram para consolidar a importância do comércio exterior, nenhum país desenvolvido ou emergente pode ser indiferente ao comércio internacional. Um mundo sem fronteiras é a base para o desenvolvimento da economia mundial e do livre-comércio.

O livre-comércio é uma terra fértil para o comércio internacional, já que visa a criação de um mercado livre de restrições do estado. Como exemplo de uma restrição do estado, podemos citar o protecionismo, que busca proteger a indústria nacional, prejudicando a concorrência estrangeira, destaca Flavio Maluf.

Existem órgãos governamentais que regulam as operações de exportação no Brasil, entre eles temos a secretária da Receita Federal (SRF), responsável pelo controle tributário federal. O Banco Central do Brasil (BACEN), que fiscaliza as operações de câmbio realizadas por empresas brasileiras. Além deles temos o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), que procura executar programas de incentivo ao comércio internacional.

De acordo com o site do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Brasil e Argentina trabalham por um Mercosul (Mercado Comum do Sul) mais integrado ao mundo. Segundo a mesma fonte, durante a abertura da III Reunião da Comissão Bilateral de Produção e Comércio, o ministro Marcos Pereira afirmou que “Em um momento em que o mundo assiste ao retorno do protecionismo, é imperioso fortalecer a integração regional. Brasil e Argentina têm papel de liderança no Mercosul”, noticia Flavio Maluf. Cabe aos órgãos responsáveis pelas exportações no Brasil zelar pelo desenvolvimento do livre-comércio. Ações conjuntas entre países parceiros devem ser fortalecidas, incentivadas e reproduzidas em outras áreas.

Em 2016, o valor total das exportações e importações entre Brasil e a Argentina chegou a US$ 22,5 bilhões, noticia Flavio Maluf. São números como esses que fortalecem ainda mais o discurso a favor do livre-comércio. Em resumo, o livre comércio internacional, pode ser a esperança de crescimento econômico do qual o país necessita.