Donald Trump e a nova Economia Mundial

Na próxima sexta-feira teremos a posse do novo presidente dos Estados Unidos: Donald Trump. Com uma vida polêmica o com uma vitória inesperada por muitos, fez com que o mundo das finanças se movimentasse apenas com a notícia de que o então polemico magnata, Donald Trump, Seria o novo homem mais poderoso do mundo.

Donald Trump tem uma série de ideias políticas que podem não só mudar a economia americana, mas como também a economia global, uma destas ideias políticas e a de protecionismo da indústria americana, aumentando tarifas para produtos importados, principalmente os provenientes da China.

Mas o que isso tem haver com o Brasil? Como tal ação poderia afetar a economia brasileira? A resposta podemos acompanhar pelos seguintes fatos a seguir:

Boa parte das exportações da China em 2014, para ser mais preciso, números próximos de 20% foi exportado para os EUA, o que corresponde a quantia de US$ 433 Bilhões, é um número expressivo, como referência, podemos apresentar que as exportações totais do Brasil, para todos seus parceiros comercias, foi em 2014 US$ 228 Bilhões, ou seja, a China exporta sozinha, para um único de seus parceiros, quase duas vez a exportação total brasileira.

Ao efetuar tal comando, Trump, que promete focar em resultado para indústria americana, resolva proteger como indicado, seu parque industrial, promovendo tarifas contra a importação de produtos chineses, afim de que a população encontre cada vez mais caros tais produtos, e passem a procurar mais por produtos produzidos dentro do território americano, fará com que o estoque de produtos Chineses aumente. Com isso a China deve procurar economias possam absorver tal excesso de sua produção que não mais são consumidos pelos EUA.

Uma destas economias pode ser sem dúvida o Brasil, afinal muitos dos produtos que hoje consumimos são importados da China. A partir deste ponto que podemos ter alguns problemas se o país não se preparar para essa nova ordem glogal que pode ser iniciada.

Um deles é que receberemos grande quantidade de produtos chineses, muito mais baratos que os nossos nacionais, basicamente por conta do baixíssimo valor pago a um trabalhador chinês. Uma concorrência sem dúvida alguma desleal, que poderáa guiar muitas empresas nacionais a encontrarem dificuldades financeiras e comerciais.

Isso pode implicar que o país tenha reversão de seu PIB Negativo, de forma recuperação esperada ainda mais lenta do esperado para 2017.

Em meio a esta situação, duas ações podem ser tomadas para que nossa economia possa continuar crescendo: uma delas seria ir na mesma direção de Donald Trump, promovendo tarifas sobre importação de produtos chineses. A segunda é promover e atrair investimentos para o parque industrial brasileiro, afim de tornar nossa indústria mais tecnológica e competitiva contra produtos chineses de baixo custo e muita das vezes com boa quantidade de tecnologia inserida em sua produção. Cabe aos dirigentes da nação avaliar a melhor alternativa para o país.

A partir de Sexta-feira, dia 20, já poderemos começar a ter mais clareza de qual rumo tomará a economia mundial.