Governo encaminha PEC de reforma à Previdência com idade mínima de 65 anos para aposentadoria

Com a modificação da estrutura etária em nosso país – antes éramos maioria de jovens; agora a população idosa já ameaça tomar a dianteira – havia, alguma hora, a necessidade de se realizar uma reforma na Previdência. Pois uma série de modificações – enviadas ao Congresso Nacional na forma de PEC (Proposta de Emenda à Constituição) foi anunciada pelo governo no último dia 6 de dezembro.

Inicialmente, cabe ressaltar que nada irá mudar para quem já recebe o benefício de aposentadoria, ou quem já tiver integralizado os requisitos para alcançá-la enquanto o projeto ainda estiver em tramitação nas casas legislativas. Nesses casos, com o cumprimento das condições exigidas atualmente, o beneficiário receberá normalmente a sua aposentadoria.

Após a aprovação e vigência dos novos requisitos, porém, tudo muda. Na proposta do governo somente será possível a aposentadoria com 65 anos. Esta idade mínima citada, de 65 anos, porém, pode sofrer reajustes de acordo com a expectativa de vida do momento no país, definida pelo IBGE. Até 2020, estão previstos dois ajustes neste número. Ademais, há uma escala de percentuais, que possibilitam que o contribuinte se aposente a partir dos 25 anos de contribuição – tendo direito a 76% do benefício – até 49 anos de contribuição – 100% do benefício.

As novas regras acabam com a fórmula 85/95 em vigência atualmente, que era calculada pela soma da idade com o tempo de contribuição para mulheres e homens, respectivamente. Quem atingisse o valor, já poderia pleitear a aposentadoria junto à Previdência.

Quanto aos valores a serem percebidos, o governo afirma que não haverá aposentado que receba valor menor do que um salário mínimo – somente pode ocorrer isso no caso das pensões.

As principais argumentações do governo no tocante à presente proposta são de ordem financeira. O secretário de Previdência, Marcelo Caetano, chegou a dizer que “O grande objetivo da reforma da Previdência é porque a gente quer continuar com a Previdência”, em clara manifestação no sentido de demonstrar o quão caótica se encontra a situação. Estima-se que o déficit do INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) chegue a R$152 bilhões em 2016, e que cresça para R$181 bilhões em 2017.

Mais informações no site do Palácio do Planalto: http://bit.ly/2gvAZtB

 

 

Os desafios do setor de cobrança após o crescimento na concessão de crédito; Marcio Alaor reporta

O impulso na concessão de crédito ao brasileiro observado nos últimos tempos gerou, entre outras coisas, enormes desafios para o setor de cobranças, uma vez que quanto maior a concessão, maior também é a inadimplência, apontam os especialistas. O empresário Marcio Alaor, executivo do BMG, ciente da importância do assunto, reporta notícia publicada pelo Portal Exame no início deste mês.

De acordo com a Serasa Experian, o país registrou em agosto deste ano um montante de quase 60 milhões de inadimplentes, o que evidencia a grande responsabilidade do setor de cobrança em recuperar esse diagnóstico delicado. Outro dado relevante citado por Marcio Alaor, através da matéria original, refere-se à 5% desses endividados, parcela que sequer sabe para quem está devendo, o que torna a recuperação do crédito uma tarefa ainda mais complicada.

A Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi) trouxe este assunto à tona, no último dia 8 de dezembro, num seminário realizado na cidade de São Paulo. Nele constatou-se que o desafio para o setor de cobrança é considerável, partindo da ideia de que a expansão na distribuição de crédito e a recessão são os dois maiores vilães do atual cenário de endividamento.

Marcio Alaor, ainda menciona o presidente do Instituto Gestão de Excelência Operacional em Cobrança (Geoc), Jefferson Frauches Viana, que reforça a conclusão de que o alto índice de desemprego, aliado aos outros inúmeros reflexos negativos da crise financeira que assola o país, estão dificultando o trabalho do setor do cada vez mais sobrecarregado setor de recuperação de crédito.

Aproximadamente 40% da população acima de 18 anos está endividada, no vermelho. Sessenta milhões de consumidores devem, no total, cerca de 270 bilhões de reais, ao passo que as empresas devem algo em torno de 105 bilhões de reais, o que dá dimensão do papel do setor de cobranças dentro deste tema.

Outros dados reportados por Marcio Alaor, do Banco BMG, apontam que quase 30% dos endividados não sabem exatamente quanto devem e que 77% ganham até dois salários mínimos, o que implica naturalmente na recuperação do crédito destes.

Consciência financeira

As classes C, D e E são as que mais sofrem neste período de crise, recessão e escassez de oportunidades no mercado de trabalho. De acordo com o especialista em economia Godofredo Barros, essas classes sociais passam, ao todo, por quatro momentos de endividamento ao longo da vida. Segundo ele, não tratam-se de mau pagadores, mas sim de pessoas que pouco ou nada tiveram de conhecimento sobre educação financeira.

Marcio Alaor ainda cita que o especialista declarou que o setor de cobrança vem trabalhando arduamente para encontrar uma espécie de perfil do endividado brasileiro, de modo a modernizar e personalizar o modo como é feito a cobrança.

A título de exemplo, sabe-se que a maioria das pessoas que estão no vermelho não gostam de usar o telefone para resolver esse tipo de pendência. Atualmente, o email tem sido usado com maior frequência no processo de recuperação de crédito.

Queda no número de venda de consórcio preocupa economistas

Os problemas econômicos enfrentados atualmente pelo Brasil vêm gerando cada vez mais preocupação. Recentemente, mais um cenário declarou quedas nas vendas.

O número de pessoas que investem em consórcios está caindo a cada instante.

Muitos se perguntam o motivo de uma queda tão brusca, que atualmente corresponde à 6,7%. A resposta está na prioridade estabelecidas para gastos e os consórcios acabam não sendo vistos como algo útil, mesmo que possam agregar altos benefícios.

Com a dificuldade de se estruturar financeiramente, muitas pessoas passaram a deixar de economizar, tendo como objetivo fazer com que o salário somente cubra os gastos.

Segundo os responsáveis por empresas de consórcio, está cada vez mais complicado encontrar pessoas ideais para fecharem contrato, independente do tipo de consórcio que será realizado, tendo em vista que existe uma grande variedade disponível no mercado.

Tal situação faz com que os economistas passem a se preocupar excessivamente com o quadro financeiro do brasileiro, pois isso significa que a prioridade para investimentos está cada vez menor e isso pode levar a uma falência familiar econômica, trazendo inúmeros problemas futuros.

As empresas responsáveis por consórcios já procuraram diferentes maneiras para tentarem fazer com que as pessoas vejam o quão benéfico esse investimento pode ser, mas infelizmente nada ainda surtiu efeito.

O que a queda na venda de consórcios pode significar para o futuro da país?
Provavelmente essa é a maior preocupação,não somente dos economistas, mas de todos aqueles que se interessam pelo futuro financeiro do país e tal queda nas vendas pode ter um significado não muito positivo.

É possível observarmos que hoje o mercado de consórcios traz uma representação importante para o cenário financeiro do Brasil. Isso ocorre porque há alguns anos atrás, as pessoas viam nos consórcios uma eficiente forma de economizar, seja para receber algum produto em troca ou somente para juntar um valor monetário que poderia ser gasto depois de um tempo.

A queda na venda de consórcio significa que as pessoas estão perdendo suas condições de economizar, portanto, daqui uns anos, estarão com uma situação financeira abaixo do esperado, fazendo com a aquisição de bens e serviços se tornem cada vez menores.
Espera-se que, com as mudanças pelas quais o Brasil vem passando, a situação financeira do país possa se tornar mais estável e com isso as pessoas consigam usufruir de seus salários de forma mais produtiva.

O ideal no momento é que a sociedade reconheça a importância que um consórcio pode trazer para sua vida financeira no futuro e sempre que tiverem a oportunidade de usufruir de algum dentre as diversas opções disponíveis, aproveite da melhor maneira e possa desfrutar de todos os benefícios que serão adquiridos.

Fonte:
http://abr.ai/2gZ3y3a

 

A moeda mais valiosa do mundo

A moeda do futuro – assim chamado o Bitcoin por muito tempo e ainda é uma novidade para muitos, faz parte da grande família monetária de criptomoedas criadas para suprir novas demandas de mercado e pela necessidade de uma moeda mais segura e incorruptível. Hoje o Bitcoin tornou-se a moeda mais bem valorizada entre todas as moedas já existentes passando a valer em 06/12/2016 cada BTC 2666,60 Reais.

A criação do BTC tem suas origens não confirmadas oficialmente, mas sabe-se que foi criada por um desenvolvedor de pseudônimo Satoshi Nakamoto. Acredita-se também que a origem da moeda mais valiosa do mundo esteja ligada a um grupo seleto de programadores podendo ser Satoshi Nakamoto um grupo. Segundo a revista Americana Newsweek, a suposta identidade do criador da criptomoeda foi revelada.
Criador do Bitcoin tem 64 anos e mora na Califórnia, diz revista

Mas o que realmente torna o Bitcoin tão importante?

A segurança na utilização da moeda é sem dúvidas a maior importância que se pode atribuir. O uso de criptografia de altíssimo nível faz com que a moeda não possa ser hackeada e nem clonada. Uma transação realizada em Bitcoins nunca poderá ser estornada e a verdadeira origem das partes (comprador/vendedor) sempre serão anônimas. Outra grande importância com certeza é a moeda ser decentralizada e não pertencer a nenhum governo, poder político e financeiro, não existe fronteiras para essa moeda que não pode ser estatizada podendo assim ser livre do controle que os governos e todos os bancos impõem com “garras de ferro”. Também o fato da moeda ser deflacionária faz com que ela seja valorizada constantemente no mercado de câmbio.

A deflação da moeda tem relação com o fato de que os Bitcoins são limitados a um numero finito de moedas, esse numero total de BTC ainda não foi atingido sendo o numero total de 22 milhões de BTC.
A única maneira de existirem mais Bitcoins no mercado é minerando a moeda e isso só pode ser feito com hardwares capacitados. A moeda é minerada em blocos e cada bloco só pode conter 20 Bitcoins cada. Esses hardwares são tecnologicamente atualizados para que a demanda de moedas que irão surgir seja diretamente proporcional a tecnologia de ponta disponível no momento. Os primeiros blocos de Bitcoins foram minerados com hardwares domésticos.
O risco de um grande colapso no mercado financeiro com a quebra das moedas e todo o esforço para manter esse padrão, faz com que o Bitcoin seja bem aceito pela sociedade. No Brasil já são muitos os estabelecimentos que aceitam Bitcoins e cada vez mais esta sendo adotado por outros países.

O mercado financeiro com seu alicerce mal fundado não garante mais a sustentação de um mercado global nos dias de hoje. Tal afirmação se da ao fato de tantas crises que os países enfrentam, crises com precedentes históricos como a crise americana de 1929 e como a atual crise em que a Europa e o Brasil se encontram hoje.