Segundo IBGE, a produção de bens de capital esteve operando 36,1% abaixo de pico de setembro de 2013

Ainda que tívessemos algumas mudanças positivas no cenário da Economia de nosso país, fato é que 2018 começou com uma notícia negativa quanto à estabilidade na produção de bens de capital, especificamente aquela que se teve na passagem do mês de outubro para o mês de novembro do ano passado, 2017. Houve, no referido espaço temporal, o interrompimento de uma sequência de avanços consecutivos que vinha ocorrendo fazia sete meses já, ou seja, avanços de forma ininterrupta por mais de um semestre. Foi, ao menos, o que indicaram os dados da Pesquisa Industrial Mensal, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na primeira sexta-feira do ano de 2018, mais precisamente, dia 5 de janeiro.

Todavia, apesar dessa ida à contramão dos avanços antes tidos, tal resultado não foi capaz de realmente interromper a tendência de recuperação em questão, apesar de que esse “porém” não significa que já retomamos as perdas anteriores aos sete meses de recuperação citados. Segundo o gerente na Coordenação de Indústria do IBGE, André Macedo, há ainda um longo caminho pelo qual precisaremos passar, até que retomemos a índices satisfatórios de fato. Até porque, vale lembrar, a operação citada ocorreu, ainda que mantida a tendência de recuperação progressiva, 36,1% abaixo do pico que foi registrado durante o mês de setembro do ano de 2013. E foi assim que Macedo resumiu a situação dizendo haver, sim, uma melhora nos tempos atuais, mas que destaca-se mesmo é o significativo distanciamento entre o que se tem momento presente e o ponto mais elevado de produção.

Outra questão crucial a se destacar, sobre o assunto, é também um dos fatos que vêm permitindo a ocorrida dessa retomada da estabilidade na produção de bens de capital, no caso o crescimento em dois tipos de fabricação: tanto máquinas e equipamentos para exportação quanto caminhões para os mercados doméstico e externo. Mas, ainda que destaquemos esses dois setores, é válido também destacarmos a questão dos bens de consumo duráveis, posto que também avançou, e até de forma significativa na parte de produção, com seus 2,5% a mais, considerando-se novembro ante outubro. Nesse caso, os estímulos vieram por conta de uma demanda interna maior, essa, por sua vez, fruto do aumento que tiveram as rendas familiares de forma geral. Tanto que André Macedo ainda fez questão de frisar, quanto a essa alta de bens duráveis, que isso se dava por conta das “encomendas de fim de ano”, elencando ainda, como itens mais impactantes, os automóveis, eletrodomésticos, motocicletas e móveis.

Ações do Twitter despencam um dia depois do Facebook

Assim como ocorreu recentemente com o Facebook, agora foi a vez do Twitter ver suas ações e economia caírem feito água, embora o Twitter seja uma rede social gigantesca, e uma das poderosas, ela não tem o lucro e o valor de mercado que tem o Facebook, e a mesma acaba tendo um valor de 4 vezes menos ao do Facebook, no entanto isso não tira seu prestígio e importância no século da informação. Por sua vez, seus papéis de ações caíram em torno de 20,5% na Nasdaq, que é a Bolsa de Valores de Nova York.

Os resultados de perda do Twitter são preocupantes em vista de que a rede social acumula apenas 335 milhões de usuários, enquanto durante o mesmo período do ano passado o número chegava a 336 milhões de registros no site, dessa forma os investidos têm-se preocupado com a contínua perda de assinantes da rede. Embora tenha caído e não aumentado o número de usuários, o lucro da empresa teve um forte crescimento, principalmente com a grande publicidade gerada durante a Copa do Mundo da Rússia 2018, o que promoveu um aumento de 30 milhões de dólares aos cofres da empresa.

O que tem gerado essa grande perda de usuários da rede social tem sido a nova política de uso ao site, em quem deletado e proibido a propagação de contas de participantes que têm propagado contínuas fake news, que são notícias falsas, e isso tem sido motivo de muita polêmica entre os usuários das redes, já que a circulação de informação e notícia é tanta que não há um filtro perfeito para localizar o que é verdade e o que não passa de mentira. Por sua vez, muitas cotas tem sido deletadas de forma justa, porém há casos em que internautas tiveram seus logins bloqueados erroneamente.

Portanto, é importante que o Twitter esteja com um sistema de segurança qualificado para que possa realmente manter os perfis legítimos, e não acabem culpando quem não merece, já que assim estariam perdendo um público fiel sem motivos, porque pelo contrário o Twitter futuramente verá suas ações despencarem novamente, assim como tem ocorrido com o gigantesco Facebook.

Por que a Embraer estaria interessada em fazer uma parceria com a Boeing?

A Embraer é considerada líder mundial no setor de jatos de pequeno porte. Apesar disso, recentemente venho a público que a empresa vem conversando com a Boeing a respeito de uma possível parceria. Por que ela faria isso? Como uma parceria com outra empresa, na prática uma fusão, poderia ser benéfica para a Embraer?

A resposta para estas questões é simples, relevância. Para a Embraer é interessante fazer uma parceria com a Boeing exatamente para manter sua fatia de marcado, recentemente ameaçada pela fusão da Airbus com a Bombardier, outras gigantes do setor de aviação.

Para a Boeing também é vantajoso se unir a empresa brasileira, para que possa competir em é de igualdade com o “gigante” criado pela união dos concorrentes.

Muito se especula se esta parceria entre Embraer e Boeing representaria o fim da empresa brasileira. Como isso afetaria a vida de seus empregados no Brasil e o seu setor militar, responsável por aviões de combate, como o Super Tucano, e radares avançados.

É importante lembrar que, embora a Embraer seja uma empresa privada, o governo brasileiro possui a chamada “Golden Share”, um tipo de ação que garante a ele o poder de vetar qualquer decisão da companhia. Levando isso em conta, é fácil presumir que, caso o governo do Brasil considere que esta parceria cause qualquer prejuízo a sua economia ou a seu setor militar, ela será, sem sombra de dúvidas, vetada.

Para a Embraer e Boeing, que pretendem se unir para se manterem competitivas, não vale a pena uma queda de braço com o Brasil. Principalmente agora que precisam se concentrar em um concorrente muito mais forte.

Por isso é bem provável que, qualquer proposta de parceria, mantenha as linhas de produção da Embraer no Brasil e garanta que o seu setor militar continue sobre controle brasileiro.

Manaira Shopping de Roberto Santiago é destaque em lazer na Paraíba

Roberto Santiago é da capital da Paraíba, e iniciou sua carreira de empreendedor ao começar um pequeno negócio no ramo da cartonagem. Depois de algum tempo, ele resolveu investir em uma área bem diferente, que foi a construção do Manaira Shopping, um dos centros comerciais de maior destaque no Nordeste, além de ser possivelmente a maior fonte de lazer da cidade de João Pessoa.

Aberto ao público em 1989, o shopping já foi expandido duas vezes até o momento, com o intuito de dar conta da grande demanda das marcas e do público. O local se encontra próximo tanto do centro da cidade, como também das praias do litoral norte, tendo atualmente quase 300 lojas e tem uma Área Bruta Locável de aproximadamente 75 mil metros quadrados. Para fazer bom uso desse espaço, o Manaira Shopping de Roberto Santiago está sempre levando ao público uma série de eventos e exposições, com foco na população paraibana de todas as idades.

Entre as ótimas atrações do local, é impossível não citar o seu moderno cinema, recém-reformado, o qual oferece nada menos que onze salas altamente tecnológicas. As salas se dividem entre as comuns, 3D e VIP, sendo que todas elas foram planejadas com o Sistema Stadium, segundo o qual todas as poltronas ficam posicionadas no estilo das arquibancadas dos estádios, tudo isso com o objetivo de tornar a visão melhor e mais ampla.

O cinema do Manaira Shopping do empresário Roberto Santiago é apenas uma das alternativas de entretenimento do local. Além dele, o popular boliche, que tem pistas eletrônicas, também está sempre cheio, assim como o Game Center, um parque eletrônico com quase 200 máquinas de jogos dos mais diversos temas, que agrada ao público de todas as faixas etárias.

No quesito alimentação, o centro comercial também é destaque, especialmente por ter uma boa variedade de estabelecimentos, a maior parte deles com atendimento veloz e preços atrativos para o público que procura por uma refeição informal. Em contrapartida, o shopping também possui um Espaço Gourmet, espaço formado somente por restaurantes mais tradicionais e elegantes, muitos dos quais com cardápios assinados por chefs prestigiados na região.

Com tudo isso, o shopping do empresário Roberto Santiago se tornou um sucesso absoluto e lhe rendeu um imenso reconhecimento como um dos grandes empreendedores do estado da Paraíba. E para fazer com que o centro comercial continue sendo relevante na cidade, o empresário investe constantemente em levar ao local vários eventos interessantes para o público paraibano, o que reflete no alto número de visitantes anuais do estabelecimento.

Além disso, há alguns anos, em 2014, Roberto Santiago inaugurou o seu segundo empreendimento de grande porte, o Mangabeira Shopping, criado com uma infraestrutura moderna para atrair o público mais jovem. Repleto de lojas espaçosas e marcas atraentes, o local faz parte do seleto grupo de centros comerciais mais cosmopolitas do Nordeste. A criação do shopping causou impactos positivos para a economia dessa região de João Pessoa, concedendo milhares de empregos e atraindo um público muito maior para essa vizinhança.

Boeing anuncia fabricação de avião hipersônico

A Boeing revelou o seu plano de fabricar uma aeronave hipersônica, que deverá voar em uma velocidade recorde de mais de 6.125 quilômetros por hora, o que equivale a cinco vezes a velocidade que o som atinge. Um dos maiores aviões fabricados pela empresa, o Boeing 737, consegue alcançar uma velocidade máxima de cerca de 830 quilômetros por hora. Esse anúncio foi feito depois que a Boeing no ano passado, perdeu para a  sua concorrente Airbus  em número de vendas de aviões.

Se esse avião da Boeing conseguir apresentar mesmo, uma velocidade igual à que a empresa afirmou que ele vai ser capaz de voar, a viagem do Japão para o Brasil por exemplo, poderia levar apenas três horas. Mas o objetivo da aeronave não vai ser voltada para o transporte de passageiros, ela será fabricada para atender objetivos militares.

Segundo a revista Aviation Week, para a aeronave conseguir chegar na velocidade proposta, ela vai precisar ter dois modelos de propulsão. Primeiramente ela utilizará uma turbina a jato tradicional, para conseguir uma aceleração capaz de levar o jato a uma velocidade de três vezes a que é alcançada pelo som. A partir daí essas turbinas vão condensar o ar que as atravessa, e com o uso feito de combustível, vai “explodi-lo”. Como consequência desse processo o ar quente foge por trás da turbina, fazendo com que a aeronave alcance uma velocidade mais alta.

Depois que o avião alcança a velocidade esperada, o sistema de propulsão deve ser trocado para outro conhecido como “scramjet”. Nesse caso o ar circula em uma velocidade maior que a do som, o que vai fazer com que o avião apresente uma aceleração ainda maior do que antes.

Na hora de descer para o pouso, o sistema terá que ser trocado de novo para fazer a redução da velocidade. O sistema vai precisar ter uma propulsão diferente, utilizando as turbinas adequadas para esse fim.

Segundo ainda a revista, a empresa já estabeleceu um cronograma para a evolução do projeto do avião e a estimativa é de que a primeira aeronave, só esteja pronta para a realização de testes em 2020.

Produção de minério eleva as expectativas da indústria no Pará e no Brasil

Fortemente influenciado pelo crescimento na extração de minério de ferro, o destaque em crescimento ficou com o estado do Pará, que conseguiu atingir uma alta de 10,7%, um ótimo retrospecto no encerramento do ano passado, revela a Pesquisa Industrial Mensal Regional, divulgado pelo IBGE– Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – divulgada no dia 11 de janeiro de 2018.

O estado também conseguiu superar o forte crescimento da produção ocorrida na indústria nacional, que foi de 0,2%, um crescimento de 1,1% na comparação entre os meses de outubro e novembro do ano passado. No total, foram a metade dos 14 estados envolvidos na pesquisa que tiveram um bom retrospecto diante desta pesquisa, todos os setes estados com índices maiores do que o índice nacional. Desta forma, a indústria do Pará conseguiu buscar o resultado mais elevado diante de sua série histórica, fechando o ano passado em 36,4%, maior do que a média ocorrida em 2012.

“Os resultados da atividade industrial do Pará, em qualquer comparação, são amplamente positivos”, explica André Macedo, gerente da pesquisa. Em uma comparação realizada entre o Pará e Goiás em novembro de 2016, Goiás ficou a frente do Pará em 17%. Segundo afirma o gerente da pesquisa, a extração de minério de ferro – beneficiado ou bruto – é de grande importância para a estruturação da indústria em todo o país. “Essa atividade responde por cerca de 77% do total da indústria local e é impulsionada, em grande parte, pelo aumento das exportações do país”, explica André.

Segundo especialista em economia do governo, a indústria da mineração tem uma projeção de alta para este ano, levando em conta aspectos da saída da zona de retração em que o país se encontrava nos últimos anos. Estas fortes expectativa se deve também ao crescimento esperado do terceiro setor aqui no Brasil. O país vem demonstrando ótimos números diante da balança comercial, que fechou o ano passado com superávit, e este ano, a produção de matéria prima poderá impulsionar novo superávit diante da indústria de mineração e para os subprodutos ligados a ela.

2017 encerra com inadimplência estabilizada, informa SPC Brasil e CNDL

O volume após o encerramento de 2017 ficou estável entre os brasileiros negativados, mas ainda alto. De acordo com dados levantados por uma pesquisa do SPC Brasil – Serviço de Proteção ao Crédito – em parceria com a CNDL – Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas -, o esperado é que o mês de dezembro do ano passado tenha fechado com cerca de 60,2 milhões de brasileiros com dívidas pendentes diretamente no CPF, estando restrito para a realização de compras parceladas. Os números ainda não são oficiais, mas esta estimativa representa 39,6% de toda a população na faixa etária entre 18 e 95 anos no país.

“Mesmo com a lenta recuperação econômica em curso, as famílias ainda enfrentam dificuldades para honrar seus compromissos em dia. A reversão desse quadro passa pela continuidade da melhora econômica e, em especial, daquilo que toca diretamente o consumidor: emprego e renda. Além disso, exige um esforço contínuo de educação sobre o consumo – pesquisas elaboradas pelo SPC Brasil mostram, de forma decorrente, uma carência de controle das finanças pessoais.” explica Roque Pellizzaro, presidente do SPC Brasil.

Dezembro do ano passado fechou com uma alta de 1,27% no número de inadimplentes em todo o país, em comparação com o mês de dezembro de 2016, atingindo uma variação mensal na casa dos 0,63% nos dois últimos dois meses do ano passado. De acordo com a estimativa relacionada com a idade dos cidadão brasileiros, foi possível observar que as pessoas entre 30 e 39 anos são as que mais concentram o número de negativados em todo o país. No mês de dezembro do ano passado, 50% destes cidadãos estavam com o nome registrado em algum órgão devedor, sendo essa população o equivalente a 17,8 milhões de pessoas.

O indicador de inadimplência do consumidor possibilita toda a base de dados para os levantamentos e realizações de pesquisas realizadas pelo SPC Brasil e pela CNDL. São 27 unidades da federação espalhadas entre as capitais e o interior dos estados, e as pesquisas de inadimplência apresentam uma margem de erro de 4 p.p, equivalentes a um intervalo de confiança dentro de 95%.

 

2017 encerra com leve queda de vendas de carro zero para o consumidor

Em 2017 as vendas de carro zero no Brasil aumentaram 9,3% se comparadas em a 2016, porém os emplacamentos para o consumidor comum tiveram uma queda de 0,3% em comparação ao mesmo período.

Segundo a Federação dos Importadores, a Fenabrave, no ano passado, dos 2,1 milhões de veículos e comerciais leves vendidos, 1,3 milhão foram das concessionárias, o que representa 60% do total.

Em 2016, essa fatia era ainda maior e correspondiam a 1,3 milhão, ou seja 65,83% do total e foram vendidos 1.307.622 veículos e em 2017 foram 1.303.558, sendo que desse número, as vendas diretas de carro foram de 678.739 em 2016 e de 868.676 em 2017.

As vendas diretas aumentaram em 28% no ano passado em relação a 2016, e se enquadra nessa modalidade, carros para frotas, locadoras de veículos, taxistas, pessoas com deficiência e trabalhadores rurais que costumavam receber descontos nas compras.

As vendas diretas totalizaram 868 mil emplacamentos de carros em 2017, um aumento de 34% para 40% do total realizado.

O volume de vendas diretas no ano passado está dentro da média da última década, de 810 mil unidades, segundo a Fenabrave. Este número chegou a 830 mil nos últimos 5 anos e 750 nos últimos 3.

As vendas diretas são realizadas com a participação das concessionárias, destaca a entidade, quando envolve taxistas, portadores de deficiência e produtores rurais.

A venda direta nas lojas, de acordo com a Fenabrave, aumentou 24% no ano passado, em comparação a um ano atrás, indo de 209 mil para 261 mil unidades.

Os veículos mais dependentes dessas vendas são os picapes que são normalmente utilizadas para uso comercial. A Fiat Strada e a Toro estão entre as mais emplacadas em 2017, e 70% de suas vendas são voltadas para empresas.

O Hyundai HB20 foi o carro menos dependente das vendas diretas está entre os top 10 de vendas e liderou o emplacamento em 2017.

Os veículos que mais são dependentes da venda direta no país são: Chevrolet Montana, Fiat Strada, Volkswagen Saveiro, Fiat Fiorino, Renault Logan, Volkswagen Voyage, Fiat Uno, Fiat Toro, Ford Ranger e a Chevrolet S10.

 

Novas funcionalidades da Amazon – por Rodrigo Terpins

Seduada em Seattle, a Amazon é uma empresa inicialmente concebida para o e-commerce busca sempre inovar na experiência de compra de seus clientes. A companhia anunciou um novo serviço, o Amazon Key, em que os usuários permitem que os entregadores possam entrar em suas casas quando eles não estiverem no local. Quem reporta a notícia é o empresário do segmento do varejo, Rodrigo Terpins.

A ideia é entregar as encomendas adquiridas pelo site da Amazon mesmo sem ninguém casa, evitando re-entregas, atrasos, entre outros benefícios. O principal ponto relevante para a estratégia foi a segurança e por isso o cliente pode acompanhar toda a entrega por vídeo streaming, com o Cloud Cam.

Fechadura inteli

Rodrigo Terpins destaca que o serviço está disponível somente para clientes Amazon Prime, que ainda terão que arcar com o 250 dólares referemte a câmera por monitoramento pela nuvem e a fechadura inteligente que permite a entrada dos entregadores.

A fechadura é uma tecnologia nova desenvolvida pela Amazon, que permite que o entregador possa adentrar ao imóvel do cliente. Ela possui um código de barras e assim que for acessado pelo entregador envia uma notificação para o smartphone do comprador, e este, por sua vez, autoriza o destravamento da porta.

A ferramenta levou pouco mais de um ano para ser disponibilizada no mercado. Segundo a Amazon, a intenção é conquistar os clientes que não podem adquirir produtos por não estarem em casa no momento da entrega, mas que também não tem interesse em que suas encomendas fiquem do lado de fora de suas moradias, onde possam se danificadas ou roubadas, reporta Rodrigo Terpins.

No intuito de evitar desconfortos se algum morador estiver na residência, o entregador também é orientado a bater na porta antes de adentrar à casa dos clientes. Entre as recomendações aos consumidores estão que o serviço não seja adquirido por usuários que tenham animais que circulam na casa.

Rodrigo Terpins destaca a fala de Peter Larsen, vice-presidente da Amazon Delivery. Em entrevista o executivo afirmou que o serviço não é um experimento “Esta é uma parte fundamental da experiência de compras da Amazon a partir deste ponto”, destacou ele.

Inicialmente o serviço será disponibilizado somente nas 37 cidades em que a própria amazon realiza a entrega dos pedidos. Dessa forma, a companhia evita nesse primeiro momento, que ocorram constragumentos e problemas com empresas terceirizadas, reporta Rodrigo Terpins.

Outras novidades da empresa

Esse é só o primeiro passo da empresa. Planos para um futuro próximo devem integrar o Amazon Key a outros serviços e aplicações destinados a divisão de serviços para residências. A ideia é que os assinantes Premium possam também ter acesso livre para outros dois serviços, o Rover.com e Marry Maids.

O Rover.me é um serviço destinados a passeios com cachorros e o Marry Maids é um serviço de reparos e outros trabalhos domésticos para as mais diferentes necessidades. Para a câmera do Amazon Key o intuito é que ele possa funcionar também como câmera de segurança com funções extras, a exemplo de detector de movimento e faces, e monitoramento de zonas da casa.

76 anos de Candeias é comemorado pelo MME ao ter contribuído para economia

O MME – Ministério de Minas e Energia – prestigiou os 76 anos do início da indústria nacional do

petróleo, com a presença de Fernando Coelho Filho, ministro de Minas e Energia, em Candeias – 1 da Petrobrás, localizada no Recôncavo baiano no dia 14 de dezembro deste ano. Candeias é o primeiro campo comercial explorado no Brasil, que ainda mantém atividade de extração de petróleo e alcançou uma produção de 34 barris de petróleo por dia, dando rumo a economia do país.

O ministro esteve acompanhado de Márcio Félix, secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustível do MME; também junto a Nilo Azevedo, que é Gerente Executivo de Terra e Águas Rasas; o Gerente Geral da Unidade de Exploração e Produção da Bahia, Stênio Galvão; e o Gerente do Ativo de Processamento de Fluidos da Unidade de Exploração e Produção da Bahia, Geraldo Correio, em uma visita a comemoração.

Após prestar um agradecimento feito por todas as oportunidades alcançadas e pela contribuição que Candeias deu a economia do Brasil, o ministro destacou que “as maiores entregas que o governo terá ao longo do período de 1 ano e 11 meses que virão do Ministério de Minas e Energia, será a retomada da produção de gás e óleo no país: nós retornamos com o calendário de leilões em 2017, que por sinal foi satisfatório”, relembrou ao dizer sobre os esforços que o governo vem fazendo diante da renovação do Repetro pelo Congresso Nacional.

Também foi destacado pelo ministro o grande interesse demonstrado pelas empresas “que escolheram por retornar os investimentos no Brasil, além da Petrobras que realizou diversos investimentos como foi visto nesses últimos dois leilões realizados de uma forma mais firme. Os brasileiros não fazem ideia do que leilões significará para a economia do país; a maioria das pessoas só veem um monte de assinaturas, sendo R$ 6 bilhões, um número que expressa muito dinheiro, contudo, essa é apenas a ponta desse grande iceberg que virá convertido em royalties, impostos, mais empregos e também geração de mais serviços”.